Estudo detalhado apronta Escherichia coli, Streptococcus suis e Clostridium perfringens como desafios da suinocultura brasileira
CEDISA revela as principais bactérias isoladas em suínos

Um levantamento abrangente realizado pelo laboratório CEDISA, compilando dados de ensaios bacteriológicos conduzidos em suínos ao longo de 2024, revelou as principais bactérias isoladas na suinocultura brasileira. O estudo oferece uma visão detalhada da realidade sanitária nas granjas do país, baseando-se em amostras de diversas regiões.
De acordo com o gráfico divulgado pelo CEDISA, a bactéria Escherichia coli não hemolítica foi o isolado mais frequente, registrando um impressionante total de 1664 ocorrências. Em seguida, destacaram-se Streptococcus suis com 378 isolados e Clostridium perfringens com 360 isolados, consolidando-se como patógenos de relevância na saúde suína.
Outras bactérias com número significativo de isolados incluem:
Leia também no Agrimídia:
- •Perfil do consumidor brasileiro muda em 2026 e exige novas estratégias do varejo
- •Licenciamento ambiental impulsiona suinocultura e fortalece produção sustentável no Acre
- •Exportações de carne suína na Europa crescem em 2025
- •Morcegos e granjas de suínos no norte da Itália: benefícios ecológicos e riscos sanitários

O levantamento do CEDISA é uma ferramenta importante para veterinários, produtores e pesquisadores, auxiliando na compreensão dos desafios bacterianos enfrentados pela suinocultura e na formulação de estratégias mais eficazes de prevenção e controle de doenças. A identificação dessas bactérias prioritárias permite um direcionamento de esforços para o desenvolvimento de vacinas, programas de biosseguridade e uso racional de antimicrobianos, visando a melhoria da saúde e produtividade dos rebanhos suínos brasileiros.




















