Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
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Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 212,24 / cx
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Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx
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Perspectivas para produção brasileira em 2026 apontam crescimento com equilíbrio no Anuário Suinocultura Industrial

Veja as perspectivas para produção brasileira em 2026. Crescimento e equilíbrio são destaque no Anuário Suinocultura Industrial

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Perspectivas para produção brasileira em 2026 apontam crescimento com equilíbrio no Anuário Suinocultura Industrial

Após um período prolongado de crise, a suinocultura brasileira caminha para consolidar 2025 como um ano de retomada, criando bases mais sólidas para o avanço do setor em 2026. O cenário é marcado pela retomada do crescimento da produção, pelo fortalecimento das exportações, pelo aumento do consumo interno e por margens mais equilibradas ao produtor, fatores que contribuem para um ambiente mais favorável ao planejamento e aos investimentos.

As projeções indicam que a produção de carne suína deve manter trajetória de expansão em 2026, com crescimento estimado de até 5% em relação a 2025, em ritmo considerado moderado. Mesmo diante de juros elevados, a continuidade da rentabilidade e a abertura de novos mercados externos estimulam a atividade. No comércio internacional, a diversificação dos destinos se consolida, com destaque para o avanço das vendas a países como Japão, México, Chile e Filipinas, enquanto a redução da oferta de importantes concorrentes globais, como a União Europeia, tende a favorecer o produto brasileiro. Para 2026, a expectativa é de um crescimento adicional das exportações em torno de 3%.

No mercado interno, a disponibilidade de carne suína deve avançar pouco mais de 4% no próximo ano. Embora esse aumento, isoladamente, possa gerar pressão sobre os preços pagos ao produtor, o comportamento das demais proteínas tende a atenuar esse efeito. A pecuária de corte se aproxima de uma fase de menor oferta, o que deve elevar as cotações do boi gordo e contribuir para a sustentação dos preços do suíno, preservando as margens da atividade.

Os custos de produção seguem como ponto de atenção, especialmente em relação ao milho e ao farelo de soja. Incertezas climáticas associadas ao fenômeno La Niña, somadas à possível redução da safra 2025/26 e ao crescimento da demanda doméstica por milho para a produção de etanol, podem restringir a oferta de insumos e pressionar os preços. Diante desse cenário, a gestão estratégica das compras e o acompanhamento do mercado ganham ainda mais relevância para o suinocultor.

As perspectivas apresentadas consideram a manutenção de um ambiente sanitário sob controle e a ausência de agravamentos no cenário geopolítico que possam afetar o fluxo das exportações. Mesmo com desafios adicionais em relação a 2025, a avaliação é de que 2026 tende a ser um ano positivo para a suinocultura brasileira, desde que o crescimento ocorra de forma planejada e responsável, com atenção permanente ao equilíbrio entre oferta e demanda, assegurando a competitividade e a sustentabilidade do setor.

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