Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,23 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,21 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,21 / kg
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Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,33 / cx
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Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 201,13 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,74 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,04 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.203,09 / t
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Agrodefesa

Agência Goiana de Defesa Agropecuária executa Plano de Vigilância para Influenza Aviária e Doença de Newcastle

O objetivo é demonstrar a ausência dessas doenças na avicultura industrial de Goiás 

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Agência Goiana de Defesa Agropecuária executa Plano de Vigilância para Influenza Aviária e Doença de Newcastle

A Agência Goiana de Defesa Agropecuária (Agrodefesa), em atendimento ao Programa Nacional de Sanidade Avícola, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), está desenvolvendo um amplo levantamento para averiguar e comprovar a ausência da Influenza Aviária (IA) e da Doença de Newcastle (DNC) em avicultura industrial.

O objetivo é demonstrar a ausência dessas doenças na avicultura industrial de Goiás em conformidade com as diretrizes internacionais de vigilância para fins de comércio. Além de Goiás, o Plano de Vigilância da Influenza Aviária e Doença de Newcastle é desenvolvido em outros dez Estados brasileiros localizados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

O Mapa estabeleceu o cronograma dos trabalhos em cinco etapas que são denominadas: Componentes, abrangendo Vigilância Passiva: Investigações de Casos Suspeitos de Síndrome Respiratória Nervosa (SRV); Vigilância Passiva: Investigação de Mortalidade Excepcional de Aves Silvestres; Vigilância Ativa em Avicultura Industrial (em andamento); Vigilância Ativa em Aves de Subsistência em Áreas de Maior Risco de Introdução de IA e Monitoramento em Compartimentos Livres de IA e DNC. Em Goiás, o trabalho foi iniciado pelo Componente 3.

Trata-se, na realidade, da chamada vigilância ativa e que, a partir de agora, será realizada todos os anos.

O presidente da Agência, José Essado, enfatiza que o levantamento é de suma importância porque servirá para demonstrar que Goiás mantém controle sanitário do seu plantel avícola, com foco na certificação perante a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) e os parceiros comerciais. Ele também argumenta que a participação dos produtores e integrantes das agroindústrias, fornecedores de insumos e prestadores de serviços, assim como os profissionais da área e instituições envolvidas, é fundamental para o êxito de todo o levantamento.

Operacionalização

No âmbito da Agrodefesa, a gestão do Plano está a cargo da Gerência de Sanidade Animal, por meio da Coordenação do Programa Estadual de Sanidade Avícola (PESA). A coordenadora Silvânia Andrade Reis informa que a coleta de materiais foi iniciada neste mês de outubro e vai se estender até dezembro. A previsão é coletar 4.350 amostras biológicas em 132 estabelecimentos de produção e criação localizados em 20 municípios do Estado. A distribuição geográfica envolve o trabalho de profissionais de oito Unidades Regionais da Agrodefesa.

Silvânia explica também que todo o trabalho de coleta é realizado por profissionais veterinários que atuam como fiscais estaduais agropecuários da Agrodefesa. Após a coleta, o material é enviado para o Laboratório de Análise e Diagnóstico Veterinário da Agência (LabVet), para triagem.

Na sequência fará o envio de todo o material coletado para o Laboratório Federal de Defesa Agropecuária do Mapa (LFDA/Mapa), em Campinas (SP), responsável pela análise e validação doresultado. O relatório final será apresentado pelo Mapa no início do próximo ano.

De acordo com dados do Mapa, no Brasil 53,7% dos estabelecimentos avícolas são de aves de corte (frangos e perus), 39,8% de aves de reprodução (matrizeiras), 3,4% de aves de postura comercial, 0,1% de aves ornamentais e 2,9% de outras aves.

Goiás responde por 8,27% da produção nacional de frangos de corte e 4,63% da produção nacional de ovos. Com base nesses números, as medidas de prevenção e vigilância se tornam cada vez mais importantes e necessárias, uma vez que o sistema produtivo precisa fornecer evidências consistentes para certificar a sanidade dos animais e dos produtos comercializados.

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