Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 68,74 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,30 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,49 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,17 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,87 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,64 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,59 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 157,53 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,99 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.161,05 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,50 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,74 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 156,25 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 159,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 164,77 / cx
Sanidade

Coreia do Sul identifica DNA da peste suína africana em ração e impõe proibição nacional

Saiba como a Coreia do Sul está lidando com a peste suína africana após identificar DNA na ração e a proibição nacional imposta

Compartilhar essa notícia
Coreia do Sul identifica DNA da peste suína africana em ração e impõe proibição nacional

Há pouco mais de um mês, em 16 de janeiro, a Coreia do Sul confirmou o primeiro surto de Peste Suína Africana (PSA) em 2026. Desde então, outros 17 surtos foram registrados em diferentes províncias, incluindo Gyeonggi, Gangwon, Chungnam, Jeonbuk, Jeonnam, Gyeongbuk e Gyeongnam. O número já representa três vezes o total de ocorrências notificadas em todo o ano de 2025.

Diante da rápida disseminação, há duas semanas o Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais da Coreia do Sul (MAFRA) determinou o reforço das medidas de quarentena e biossegurança, com foco no abate sanitário, isolamento de áreas afetadas e desinfecção rigorosa de pessoas e veículos que entram ou saem das granjas.

Risco elevado e regras rígidas de alimentação

A PSA é altamente contagiosa, e o vírus pode permanecer viável no ambiente por semanas ou até meses. Por esse motivo, normas sanitárias proíbem o fornecimento de restos de cozinha, carne importada ou forragens potencialmente contaminadas aos suínos.

Atualmente, a maioria das granjas comerciais depende quase exclusivamente de ração composta industrial, formulada principalmente com milho, trigo ou arroz (60% a 80%) e soja (15% a 25%), além de gorduras, óleos e vitaminas. Em dietas iniciais para leitões desmamados, é comum o uso de plasma suíno seco por pulverização e tratado termicamente (SDPP), ingrediente que, em tese, passa por aquecimento a cerca de 80 °C para eliminar agentes infecciosos, incluindo PSA e febre aftosa.

Detecção inédita em ingrediente de ração

Nesta semana, o MAFRA anunciou a detecção de DNA da PSA em pelo menos duas amostras de plasma suíno armazenado, marcando a primeira vez que material genético do vírus é identificado em um ingrediente de ração animal no país. O resultado foi obtido por PCR, técnica que detecta fragmentos genéticos, mas que não confirma, por si só, se o vírus ainda está viável e infeccioso.

Apesar dessa incerteza, as autoridades optaram por uma abordagem preventiva. Considerando a gravidade do risco sanitário, o ministério decidiu tratar o achado como potencialmente infeccioso até que análises complementares sejam concluídas.

Proibição nacional e medidas emergenciais

Como resposta imediata, o MAFRA decretou uma proibição em todo o território nacional, determinando que produtores que possuam ração potencialmente contaminada realizem incineração ou enterro imediato do material. A medida busca reduzir qualquer possibilidade de disseminação do vírus por meio da alimentação animal.

Segundo o ministério, serão necessárias uma a duas semanas para confirmar se o material detectado corresponde apenas a fragmentos inativos de DNA ou a vírus vivos capazes de causar infecção. A investigação também deverá esclarecer em que ponto da cadeia produtiva o sistema falhou, seja na seleção dos doadores, no processamento térmico ou na logística de armazenamento.

O episódio acende um alerta adicional para a biossegurança da suinocultura sul-coreana e reforça a preocupação global com a PSA, especialmente em um contexto de aumento expressivo de surtos e de pressão crescente sobre os sistemas de controle sanitário.

Referência: MAFRA/ Afludiary Korea

Assuntos Relacionados
boletimSIpeste suína africanaSanidade
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 68,74
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 121,30
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,49
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,17
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,87
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,59
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,74
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 157,53
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 166,99
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 174,10
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 183,02
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 149,18
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 167,73
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,29
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,31
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.161,05
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.085,50
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 175,74
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 156,25
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 159,04
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 164,77
    cx

Relacionados

Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341
SI – Edição 325