Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx
Sanidade

Brasil veta uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na produção animal

Nova regra do Mapa proíbe uso de antimicrobianos como a virginiamicina, cancela registros e impõe prazo de adaptação ao setor

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Brasil veta uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na produção animal

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) publicou a Portaria SDA nº 1.617, de 24 de abril de 2026, que proíbe em todo o país o uso de antimicrobianos como promotores de crescimento na produção animal. A medida impacta diretamente cadeias como avicultura, suinocultura e bovinocultura, e marca uma mudança importante nas práticas de nutrição e manejo.

A norma determina a proibição da importação, fabricação, comercialização e uso desses aditivos quando destinados à melhora de desempenho dos animais. Além disso, estabelece o cancelamento dos registros dos produtos enquadrados nessa categoria.

Entre os princípios ativos atingidos estão substâncias amplamente utilizadas no setor, como a virginiamicina, avoparcina, bacitracina (incluindo suas variações), tilosina e espiromicina, historicamente empregadas para ganho de peso e eficiência alimentar em sistemas produtivos intensivos.

A decisão acompanha uma tendência global e tem como principal objetivo reduzir os riscos de resistência bacteriana. O uso contínuo de antibióticos em baixas doses é apontado por autoridades sanitárias como um fator que pode comprometer a eficácia desses medicamentos tanto na saúde animal quanto humana.

Apesar da proibição, o governo estabeleceu um período de transição. Produtos já fabricados ou importados poderão ser comercializados e utilizados por até 180 dias, enquanto empresas deverão se adequar às novas exigências regulatórias.

Na prática, a medida deve exigir maior rigor sanitário nas propriedades, incentivar a adoção de alternativas nutricionais e fortalecer o posicionamento do Brasil em mercados internacionais mais exigentes quanto ao uso de antibióticos na produção animal.

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