Resultado dos cinco primeiros meses confirma crescimento do setor e reforça credibilidade sanitária do estado
Santa Catarina registra recorde nas exportações de carnes e amplia receitas no início de 2026

Santa Catarina alcançou o melhor desempenho de sua história nas exportações de carnes nos cinco primeiros meses de 2026. O estado embarcou 883,7 mil toneladas, com receita de US$ 2,01 bilhões, resultado que representa crescimento de 7,4% em volume e 12,1% em faturamento na comparação com o mesmo período de 2025.
O avanço consolida a posição catarinense no mercado internacional e reflete a confiança construída ao longo dos anos. O governador Jorginho Mello destacou a importância do sistema sanitário para o desempenho do setor. “Santa Catarina possui um patrimônio sanitário reconhecido internacionalmente, que abre portas para mercados exigentes e fortalece a competitividade das nossas carnes no exterior. Esse resultado histórico é fruto do trabalho conjunto dos produtores, agroindústrias e do sistema de defesa agropecuária do estado”, ressalta.
Desempenho por segmento
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A carne de frango lidera as exportações, com 543,1 mil toneladas embarcadas e receita de US$ 1,15 bilhão, registrando crescimento de 9,4% em volume e 13,5% em faturamento. O resultado representa recorde histórico em receita para o período.
Na carne suína, o estado exportou 308,4 mil toneladas, com faturamento de US$ 771,2 milhões, avanço de 3% em volume e 6,3% em receita em relação ao ano anterior.
A presença internacional da carne catarinense se estende a mais de 150 países, incluindo mercados como Japão, Coreia do Sul, União Europeia, China, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos e Países Baixos. Segundo o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort, esse alcance é resultado de um trabalho contínuo. “Isso é reflexo da confiança construída ao longo de décadas na qualidade e na segurança dos produtos do Estado”, afirma.
O desempenho também está associado ao rigor sanitário, que garante ao estado reconhecimento internacional como área livre de febre aftosa sem vacinação e zona livre de peste suína clássica, além de baixos índices de doenças no rebanho e sistemas avançados de rastreabilidade.
Fonte: Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária – SAPE























