Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 64,37 / kg
Soja - Indicador PRR$ 132,69 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 140,25 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,61 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,86 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 4,98 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,00 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 140,05 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 142,78 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 154,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 155,97 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 133,22 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 147,46 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,19 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,19 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.375,68 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.312,48 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 154,49 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 139,86 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 141,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 160,49 / cx
Destaque Todas Páginas
Internacional

Satélites passam a fiscalizar granjas de suínos ao ar livre em teste contra poluição

Tecnologia de sensoriamento remoto identifica riscos ambientais e de escoamento em rios sem a necessidade de inspeções presenciais; projeto-piloto avança na Inglaterra

Compartilhar essa notícia
Satélites passam a fiscalizar granjas de suínos ao ar livre em teste contra poluição

A Agência Ambiental (EA) do Reino Unido concluiu com sucesso um amplo teste de fiscalização agropecuária utilizando inspeções por sensoriamento remoto em propriedades de criação de suínos ao ar livre. O projeto-piloto, conduzido na região de East Anglia sob as diretrizes do Defra (Departamento de Meio Ambiente, Alimentação e Assuntos Rurais), foca em uma regulamentação inteligente, direcionada e baseada em riscos — eliminando a necessidade de visitas presenciais preventivas em granjas licenciadas ou não.

Os produtores rurais não são notificados sobre o monitoramento orbital das suas terras. O alerta só ocorre caso o sistema aponte irregularidades. Com base no cruzamento de dados de satélite, a agência classifica as propriedades em um sistema de semáforo: os produtores classificados com a bandeira “amarela” recebem notificações via carta detalhando inconsistências, enquanto as fazendas na categoria “vermelha” recebem inspeções físicas de acompanhamento e auditoria.

Como funciona o monitoramento orbital

As imagens de satélite de alta resolução varrem o território para identificar os piquetes de criação de suínos ao ar livre. A partir do mapeamento dos animais e da estrutura, o software da agência cruza dados geográficos para calcular os riscos ambientais:

  • Declividade do terreno: Avalia a inclinação das áreas de manejo;

  • Condições e tipo de solo: Analisa o potencial de erosão e compactação;

  • Proximidade de recursos hídricos: Mede a distância até rios e riachos para calcular o risco de o escoamento de dejetos atingir os cursos d’água.

“O uso de imagens de satélite nos permite concentrar esforços onde há maior risco potencial para a qualidade da água. O foco é atuar na prevenção da poluição antes que ela ocorra, protegendo os rios e apoiando os produtores no cumprimento das obrigações legais”, explicou um porta-voz da Agência Ambiental.

Atualmente, o sensoriamento remoto já responde por 15% de todas as inspeções agroambientais da região testada, e o governo britânico planeja expandir o programa intersetorial para outras importantes zonas produtoras de suínos, como Yorkshire.

Setor adota postura colaborativa

A implementação da vigilância por satélite acendeu o debate sobre como a suinocultura deve se posicionar. Durante reunião do Grupo da Indústria Suína (NPA), lideranças setoriais e da AHDB (Conselho de Desenvolvimento da Agricultura e Horticultura) defenderam a criação de um programa colaborativo focado na mitigação de falhas nas granjas ao ar livre.

A estratégia das entidades consiste em antecipar os problemas por meio do compartilhamento de boas práticas de manejo e da coleta interna de dados robustos. O objetivo é demonstrar o compromisso ambiental do setor e trabalhar junto às agências reguladoras para mitigar a poluição difusa de forma técnica, evitando sanções severas e protegendo a imagem da suinocultura nacional.

Fonte: Pig Progress, editado por Agrimídia

Assuntos Relacionados
boletimSIinternacional
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 64,37
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 132,69
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 140,25
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 8,61
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 5,32
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 5,88
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 4,86
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 4,98
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 5,00
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 140,05
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 142,78
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 154,95
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 155,97
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 133,22
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 147,46
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,19
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,19
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.375,68
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.312,48
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 154,49
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 139,86
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 141,72
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 160,49
    cx

Relacionados

AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343
SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342