Os cuidados com o parto se tornam ainda mais relevantes quando se observa a vigorosa seleção genética da matriz suína ao longo das últimas décadas visando o aumento da taxa de ovulação, originando as chamadas matrizes hiperprolíficas
Protocolos de indução ao parto em fêmeas suínas: existe um ideal?

A importância da assistência ao parto para a melhoria da produtividade na suinocultura vem sendo discutida no meio científico por muitos anos e, em decorrência disso, um grande número de excelentes trabalhos está disponível na literatura, auxiliando na tomada de decisão.
Apesar disso, não é incomum observar na rotina de granjas comerciais o não atendimento dos quesitos básicos das boas práticas na maternidade como, por exemplo, o uso incorreto de ocitócitos, intervenção manual ao parto de forma excessiva e sem levar em consideração os princípios de higiene, e mesmo relutância na aplicação de protocolos de sincronização de partos por meio do uso da prostaglandina F2α ou de seus análogos, demonstrando que apesar do tema não ser novo ainda permanece bastante pertinente.
Os cuidados com o parto se tornam ainda mais relevantes quando se observa a vigorosa seleção genética da matriz suína ao longo das últimas décadas visando o aumento da taxa de ovulação, originando as chamadas matrizes hiperprolíficas, as quais se caracterizam por uma extraordinária capacidade produtiva.
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Contudo, a intensa pressão de seleção que levou ao aumento no número de leitões nascidos por parto, também resultou na diminuição do peso ao nascimento e menor homogeneidade no peso da leitegada (Fonseca, 2016), bem como no aumento da duração do parto, características que estão associadas ao aumento no número de natimortos, diminuição da vitalidade dos leitões ao nascimento e ingestão insuficiente de colostro (Oliviero et al., 2010; Amdi et al., 2013).
Leia o artigo completo na edição 298 da Revista Suinocultura Industrial





















