Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,24 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 151,92 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,39 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,88 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 146,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 136,13 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,67 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
Destaque Todas Páginas
Energia Solar

Projeto instala sistema de energia solar em residências de comunidades ribeirinhas na Amazônia

A iniciativa servirá como base para o desenvolvimento de um modelo de negócios para soluções energéticas sustentáveis e inovadoras

Compartilhar essa notícia
Projeto instala sistema de energia solar em residências de comunidades ribeirinhas na Amazônia

A Fundação Amazônia Sustentável (FAS), em parceria com a empresa Unicoba da Amazônia S.A, lançou, nesta terça-feira, dia 15 de junho, o projeto de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) ‘Sempre Luz’, iniciativa que vai levar energia solar para comunidades ribeirinhas e indígenas do Amazonas.

O primeiro local a receber o sistema foi a comunidade Santa Helena do Inglês, localizada na Reserva de Desenvolvimento Sustentável (RDS) do Rio Negro, no município de Iranduba (distante mais de 40 km da capital amazonense). O sistema foi instalado em todas as residências e propriedades privadas, assim como nas unidades consumidoras de uso coletivo, como igreja, centro comunitário, escola, iluminação pública, entre outros. A ação beneficiará 32 famílias, aproximadamente 96 pessoas.

O objetivo é instalar, até dezembro de 2021, quatro sistemas fotovoltaicos e desenvolver soluções que permitam analisar técnica e economicamente os modelos que servirão para o atendimento das localidades.

As demais comunidades que receberão o projeto Sempre Luz são o Núcleo de Educação da comunidade Boa Frente, na RDS do Juma, em Novo Aripuanã; a unidade de beneficiamento de óleos vegetais e açaí da comunidade do Bauana, na RDS de Uacari, em Carauari; e o Polo de Saúde na comunidade indígena Munduruku, em Borba.

A supervisora da Coordenação de Gestão do Conhecimento da FAS, Nelise Lima, explica que o acesso à energia solar em comunidades isoladas do Amazonas sempre foi associado a sistemas ineficientes movidos à diesel com um alto custo de funcionamento. “Essa é geralmente uma energia de má qualidade disponível em horários reduzidos e vulnerável ao funcionamento do gerador, que quando falha deixa a comunidade sem qualquer tipo de energia. A viabilidade física e econômica para o fornecimento de energia para estas comunidades através do sistema de linhões é praticamente inviável”, contextualiza.

Mesmo nas localidades onde há o programa Luz para Todos, são recorrentes as quedas de energia por causa de árvores que caem em cima da linha, tornando o custo de manutenção ainda mais alto. Para trazer uma solução para a problemática, nasceu o projeto ‘Sempre Luz’.

“O projeto da FAS e Unicoba servirá como base para o desenvolvimento de um modelo de negócios para soluções energéticas sustentáveis e inovadoras, que vai atender regiões remotas da Amazônia”, afirma o superintendente geral da FAS, Virgilio Viana.

Os sistemas de geração solar com armazenamento de energia usam tecnologias avançadas de bateria de lítio e sistema de monitoramento para aplicação em comunidades remotas. Deste modo, será possível observar e quantificar as vantagens do uso do lítio para sistemas de geração e armazenamento de energia.

“As baterias de lítio apresentam vantagens em relação à bateria de chumbo, que são largamente usadas para sistemas solares hoje. O material é menos agressivo, com maior durabilidade, segurança e a tecnologia embarcada permite o monitoramento remoto e a garantia de seu correto funcionamento. O projeto pretende avaliar e documentar esses atributos como forma de validar os benefícios na utilização dessa tecnologia”, finaliza Viana.

Assuntos Relacionados energia solar
Mais lidas

Relacionados

Suinocultura Industrial 332
SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344