Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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PSA

Instituto Mineiro de Agropecuária alerta suinocultores sobre peste suína africana

Ações preventivas e procedimentos de biosseguridade têm impedido a entrada da doença em Minas

Instituto Mineiro de Agropecuária alerta suinocultores sobre peste suína africana

Após a identificação de ocorrências de Peste Suína Africana (PSA), em julho deste ano, na República Dominicana, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) lançou a campanha Brasil Livre de PSA, mobilizando a Defesa Sanitária Animal de todos os estados sobre as medidas necessárias para impedir a entrada da doença no Brasil. O país não registra casos desde 1980.

Em Minas, o Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), em parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa), tem alertado os suinocultores a reforçarem a biosseguridade nas granjas.

Coordenadora estadual do Programa de Sanidade Suídea, a médica veterinária do IMA Júnia Mafra, alinhada ao Grupo Especial de Prevenção à Peste Suína Africana (Gepesa), reforça que a prevenção e o controle da doença são essenciais. Sua ocorrência nos rebanhos provoca mortalidade nos animais, gerando perdas econômicas para a cadeia produtiva do setor.

“Em caráter emergencial, o Mapa convocou o Gepesa, grupo formado por técnicos e especialistas das organizações associadas em todo o país, para discutir medidas sanitárias junto aos criadores de suínos. Os produtores não devem alimentar os animais com restos de comida ou os submeterem à criação em lixões ou aterros sanitários. Outra medida é reforçar a biosseguridade das granjas, o contato com javalis e javaporcos ou de suínos subsistência. As visitas nos locais em que eles vivem também devem ser evitadas”, alerta a médica veterinária.

Para fortalecer o sistema de prevenção, vigilância e resposta a emergências ao IMA, a biosseguridade deve ser reforçada mantendo os suínos que serão introduzidos no plantel em quarentena. Também é essencial adquirir animais exclusivamente de reprodutores provenientes de granjas certificadas. “Nos reunimos com o Comitê Estadual de Sanidade Suídea de Minas enfatizando a necessidade da emissão de Guia de Trânsito Animal (GTA), importante documento sanitário para o deslocamento seguro dos suínos e da notificação de qualquer suspeita da doença”, lembra.

A coordenadora acrescenta que o Plano Integrado de Vigilância de Doenças dos Suínos fortalece a capacidade de detecção precoce de casos de PSA. “O Plano Integrado é uma nova estratégia. A suspeita da doença deve ser notificada imediatamente ao IMA para que ele promova as atividades de investigação epidemiológica no estado”, explica.

Cartilha

O IMA elaborou a cartilha “Peste Suína Africana e Peste Suína Clássica – Vamos juntos impedir que cheguem em Minas”, com medidas de prevenção e descrição das doenças. O material está disponível neste link. 

No caso de aumento na taxa de mortalidade dos suínos ou de aparecimento de sintomas nos animais, o produtor ou o responsável pela granja ou pelo criatório devem entrar em contato com uma das unidades do IMA no estado.

 

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