A expectativa de uma produção de 6,885 bilhões de cabeças em 2021, o que representaria um leve crescimento de 1% em relação ao ano passado; nas exportações, aumento de 36% nos volumes embarcados
Custos elevados foram o grande desafio do setor de pintos de corte, que mesmo assim teve desempenho positivo

Foi um ano desafiador para toda a avicultura de corte e, também, para o setor de pintos de corte, extremamente afetado pelas dificuldades que se abateram sobre a atividade com o aumento do custo de produção pelas exigências no enfrentamento à Covid e o exorbitante aumento nas matérias-primas essenciais à alimentação do plantel.
“Por outro lado, as empresas que atuam no mercado de comercialização de pintos de corte e ovos férteis, por estarem com um plantel mais ajustado, tiveram dificuldades em atender a demanda existente”, destaca José Paulo Meirelles Kors, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Pintos de Corte (Apinco).
Mesmo com os desafios impostos aos produtores neste ano, o desempenho do setor pode ser considerado extremamente positivo, com o total médio produzido nos primeiros nove meses de 2021, segundo dados da Apinco, projetando para a totalidade do ano uma produção de cerca de 6,885 bilhões de pintos de corte. Se alcançado, significará crescimento anual próximo de 1%.
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Em relação ao mercado externo, o total de pintos de corte exportado – considerando o volume médio embarcado até setembro/21 – pode atingir 19 milhões de unidades, representando aumento anual na casa dos 36%. “De toda forma, a representatividade desse mercado ainda é pequena, de apenas 0,3% do total nacional”, comenta Kors.
Um segmento que se destacou é o mercado de ovos embrionados e SPF (Specific Pathogen Free) para fabricação de vacinas. Embora tenha apresentado crescimento, ainda é um nicho muito restrito e com espaço para apenas algumas empresas, que alocam grandes investimentos para atuação nesse segmento.
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