Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,94 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,61 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,99 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,45 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,20 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 153,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,41 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,95 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,00 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.453,63 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,88 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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E-Digital

Consulta pública é aberta para discutir inteligência artificial

População deve conhecer o E-Digital, estratégia brasileira que trata das mudanças na vida do país com o advento da inteligência artificial 

Consulta pública é aberta para discutir inteligência artificial

A Estratégia Brasileira para a Transformação Digital, o E-Digital, aprovada em março de 2018, sinaliza para a importância de tratar a inteligência artificial de maneira prioritária em razão de seus impactos na vida do País e das pessoas. E, agora, o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações quer saber o que a população pensa sobre essas mudanças. O texto-base que estabelece o E-Digital no País está aberto para consulta pública até o fim de janeiro.

Essas conversas são indispensáveis, adiantam autoridades de todos os setores. É inegável que o grande aumento no poder dos computadores e no acesso a dados conduziram a avanços práticos e sucessos numa variedade de áreas tais como o diagnóstico de câncer, a automação dos veículos e dos jogos inteligentes. Igualmente inegável é o fato de que esses avanços exigem a formulação de políticas públicas. Por isso é que vários países do mundo, incluindo o Brasil, estão discutindo técnicas, jurídicas e éticas, sobre o uso da inteligência artificial, suas potenciais aplicações e interação com o ser humano nos processos de tomada de decisão.

O professor Gustavo Monaco, da Faculdade de Direito (FD) da USP, é especialista em Direito Internacional e estudioso do tema. Para ele, é preciso cuidado para que não haja aplicação inadequada da inteligência artificial. Monaco cita o exemplo da Estônia, pequeno país báltico de mais de 1 milhão de habitantes, que adotou o juiz-robô que emite decisões judiciais.

“A inteligência artificial tem que ser tratada como um recurso à disposição da melhoria da qualidade de vida e não como um fim em si”, alerta o professor. Por isso, a importância da participação da população, tomando conhecimento dos rumos que a tecnologia pode dar à sua vida. 

O documento-base, que está sob consulta pública até 31 de janeiro, propõe discussões sobre educação e capacitação; força de trabalho; pesquisa, desenvolvimento, inovação e empreendedorismo; aplicação pelo governo; aplicação nos setores produtivos e segurança pública. Também estão em discussão os chamados eixos transversais: legislação, regulação e uso ético; aspectos internacionais e governança de inteligência artificial. 

A consulta pública está disponível no portal www.mctic.gov.br 

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