Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Mercado

China corta importações de carne bovina e expande a suína

O crescimento foi de 160% sobre o mesmo período de 2019 e, no Brasil, os embarques para lá subiram 200%.

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China corta importações de carne bovina e expande a suína

A China segurou as importações de carne bovina no primeiro bimestre – inclusive nas primeiras semanas de janeiro antes da explosão do coronavírus – mas não cedeu nas compras de proteína suína. O crescimento foi de 160% sobre o mesmo período de 2019 e, no Brasil, os embarques para lá subiram 200%.

“O volume foi comprado antes do surto do vírus e grande parte foi mantido em armazenamento refrigerado, pois os restaurantes não estavam totalmente abertos”, disse Lin Guofa, analista sênior do Bric Agriculture Group, consultoria com sede em Pequim.

“Começamos a ver um retorno da demanda na China e isso é encorajador quando pensamos no resto do mundo”, disse Brian Sikes, responsável pela divisão de proteína e sal da Cargill.

A unidade de processamento de aves da empresa na China opera com capacidade de pelo menos 80%, acima dos 30% a 40% durante a pior fase do surto, segundo Sikes.

Os chineses aproveitaram a queda dos preços no mercado internacional, enquanto a carne bovina estava em alta (apesar do recuo desde dezembro sobre as expressivas elevações até novembro), mais a alta do dólar aqui, e aceleram os pedidos de embarques.

“Em janeiro e fevereiro, a China representou 54% de todas as exportações brasileiras de carne de porco e Hong Kong 15%”, explica Valdecir Folador, presidente da Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (ACSURS).       .

O mercado produtor gaúcho e o catarinense são os principais fornecedores daquele país, depois vindo o Paraná.

De acordo com Folador, indústrias gaúchas interlocutoras diretas com a entidade, “estão surpresas com o apetite chinês”, o que deve ter um fator adicional com a melhora das condições sanitárias e o controle aparente da pandemia.

E o ano poderá ser muito favorável por esse ângulo do hoje principal mercado do suíno nacional – que já foi a Rússia – na esteira da demorada recuperação da produção chinesa após os prejuízos com a peste suína africana.

E será um balanço favorável ao mercado interno brasileiro que sofrerá redução nos próximos meses com as restrições impostas e recuo da atividade econômica, mas sem prejuízo, do ponto de vista sanitário e de produção nas indústrias, na expectativa de Folador.

“As indústrias estão tomando todo o cuidado necessário e rígido para manter a produção alinhada à demanda e se houver alguma queda de produção será pontual”, avalia.

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