País está acelerando as importações dos animais conforme corre para reabastecer o mercado
Matrizes chegam a China para reconstruir rebanho

Seis aviões carregando mais de qiuatro mil matrizes de alta qualidade da França chegaram à China neste ano, sendo os primeiros de dezenas de aviões cheios de animais que devem aterrissar no país asiático, à medida que o maior produtor de carne suína do mundo reconstrói seu recém dizimado plantel.
A China está acelerando as importações dos animais conforme corre para reabastecer o mercado, depois de um surto de peste suína africana assolar o país a partir do final de 2018, matando dezenas de milhões de porcos e reduzindo as criações em até 60%.
A alta nos preços da carne suína e o esforço do governo para reconstruir o cartel levaram produtores que haviam parado de comprar a retomar pedidos, chegando a dobrar alguns contratos que foram assinados antes de a doença se manifestar. Cada carregamento é avaliado em até 1,5 milhão de euros (1,6 milhão de dólares).
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“É como após a Segunda Guerra Mundial. Eles perderam metade do rebanho e precisam repovoar rapidamente para recuperá-lo”, disse Marie Pushparajalingam, estrategista global da empresa francesa de genética suína Axiom.
A China importa matrizes de suíno para aproveitar as características específicas, como a maior produtividade e a melhor qualidade da carne, que são selecionadas pelas empresas internacionais de genética durante a criação.
Uma porca matriz de grande qualidade pode gerar uma vara de até 16 leitões.
A Axiom enviou dois carregamentos de Boeings 777 para a China em janeiro, seguidos por mais duas cargas de 747 no mês passado, totalizando cerca de 3.400 porcos. A empresa já assinou acordos para enviar mais seis aviões com animais ainda neste ano, disse Pushparajalingam, e espera que novos negócios ocorram.





















