Bolsa de Suínos catarinense apontou valorização de 3,31%, com o quilo do suíno passando de R$ 3,62 para R$ 3,74
Suíno vivo segue em recuperação de preço nos principais estados

Desta vez Santa Catarina, o principal produtor de suínos do país, entrou na lista dos estados que registraram valorização no preço do animal comercializado vivo. Nesta semana, a Bolsa de Suínos catarinense apontou valorização de 3,31%, com o quilo do suíno passando de R$ 3,62 para R$ 3,74, segundo dados da Associação Catarinense dos Criadores de Suínos (ACCS).
Houve nova valorização também no Rio Grande do Sul, onde o quilo do suíno vivo chegou a R$ 3,83. Neste caso, houve avanço de 0,79% sobre o preço de R$ 3,80 da semana anterior, de acordo com a Associação dos Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul (Acsurs).
No Paraná, dados da Associação Paranaense de Suinocultores (APS) apontam para o preço de R$ 4,00 pelo quilo do animal vivo. Nas semanas anteriores, o valor era R$ 3,90. Ou seja, ocorreu um avanço de 2,56%.
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O estado de São Paulo, por sua vez, registrou valorização de 1,43% nesta semana. Em informativo, a Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS) divulgou o valor de até R$ 4,27 pelo quilo do suíno vivo.
A Associação dos Suinocultores de Minas Gerais (Asemg) deve divulgar os dados referentes a esta semana. Por enquanto, a Bolsa de Suínos do estado ainda registra R$ 4,20 pelo quilo do animal vivo. Os valores se mantêm ainda, conforme a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), em Mato Grosso, a R$ 3,80; Goiás, a R$ 4,20; e no Distrito Federal, a R$ 4,01.





















