Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
Destaque Todas Páginas
Fiscalização

Avicultores do Centro-Oeste de Minas se organizam para regularizar granjas

Prazo para solicitação de registro de funcionamento termina neste sábado (03/03)

Compartilhar essa notícia
Avicultores do Centro-Oeste de Minas se organizam para regularizar granjas

Em Divinópolis, Carmo do Cajuru, São Gonçalo do Pará e São Sebastião do Oeste, existem 126 granjas. Desse total, 34% ainda não obteve o registro de autorização concedido pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

O prazo para requerer a documentação termina no próximo sábado (03/03).

De acordo com o IMA, os avicultores já solicitaram a regularização. Entretanto, muitos demoraram a fazer o pedido e o documento só é liberado após uma fiscalização na propriedade.

O fiscal agropecuário, Antônio Afonso Nogueira de Oliveira, aponta os documentos necessários para a obtenção do registro de funcionamento.

“Fotocópia dos documentos pessoais, anotações de responsabilidade técnica, plantas baixas e croqui da propriedade. Além de documentos da vigilância sanitária”, explica Antônio.

As normas foram estabelecidas em 2007 pelo Ministério da Agricultura.

“O produtor que ainda não fez o requerimento, ou no caso daqueles que no ato da fiscalização for constatada alguma irregularidade, o alojamento poderá ser suspenso até que o produtor faça as devidas correções”, diz Oliveira.

Adequação nas propriedades

Além da parte documental, é importante que os avicultores adotem na propriedade todas as normas exigidas pelo IMA. Questões relacionadas à saúde também são avaliadas durante a vistoria dos técnicos.

Na propriedade de Joaquim José da Silva Neto, ele desenvolveu um sistema para capturar roedores e outros animais peçonhentos que podem comprometer a qualidade das aves e interferir na venda dos produtos.

“Eles estragam muitas coisas, trazem doenças e acaba que, no final das contas, você deixa de ganhar, se você deixa o roedor entrar. A armadilha é muito funcional”, conta o produtor.

De acordo com o veterinário Adriano Torelli, o produtor deve priorizar a saúde das aves, não somente pelas normas do IMA, mas porque o assunto envolve questões de saúde pública.

“[Há] Influenza aviária, salmonela e outras doenças que podem prejudicar a produção, além, é claro, de serem de grande risco para a população”, aponta Torrelli.

 

Assuntos Relacionados
AviculturaSanidade
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329