Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Fiscalização

Avicultores do Centro-Oeste de Minas se organizam para regularizar granjas

Prazo para solicitação de registro de funcionamento termina neste sábado (03/03)

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Avicultores do Centro-Oeste de Minas se organizam para regularizar granjas

Em Divinópolis, Carmo do Cajuru, São Gonçalo do Pará e São Sebastião do Oeste, existem 126 granjas. Desse total, 34% ainda não obteve o registro de autorização concedido pelo Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA).

O prazo para requerer a documentação termina no próximo sábado (03/03).

De acordo com o IMA, os avicultores já solicitaram a regularização. Entretanto, muitos demoraram a fazer o pedido e o documento só é liberado após uma fiscalização na propriedade.

O fiscal agropecuário, Antônio Afonso Nogueira de Oliveira, aponta os documentos necessários para a obtenção do registro de funcionamento.

“Fotocópia dos documentos pessoais, anotações de responsabilidade técnica, plantas baixas e croqui da propriedade. Além de documentos da vigilância sanitária”, explica Antônio.

As normas foram estabelecidas em 2007 pelo Ministério da Agricultura.

“O produtor que ainda não fez o requerimento, ou no caso daqueles que no ato da fiscalização for constatada alguma irregularidade, o alojamento poderá ser suspenso até que o produtor faça as devidas correções”, diz Oliveira.

Adequação nas propriedades

Além da parte documental, é importante que os avicultores adotem na propriedade todas as normas exigidas pelo IMA. Questões relacionadas à saúde também são avaliadas durante a vistoria dos técnicos.

Na propriedade de Joaquim José da Silva Neto, ele desenvolveu um sistema para capturar roedores e outros animais peçonhentos que podem comprometer a qualidade das aves e interferir na venda dos produtos.

“Eles estragam muitas coisas, trazem doenças e acaba que, no final das contas, você deixa de ganhar, se você deixa o roedor entrar. A armadilha é muito funcional”, conta o produtor.

De acordo com o veterinário Adriano Torelli, o produtor deve priorizar a saúde das aves, não somente pelas normas do IMA, mas porque o assunto envolve questões de saúde pública.

“[Há] Influenza aviária, salmonela e outras doenças que podem prejudicar a produção, além, é claro, de serem de grande risco para a população”, aponta Torrelli.

 

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