Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Economia

Graças à exportação, produtores agrícolas aumentaram ganhos em 30% em 2015

Balança comercial do agronegócio registrou superavit de US$ 75 bi, 8,8% menos do que no ano anterior

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Graças à exportação, produtores agrícolas aumentaram ganhos em 30% em 2015

Aumento dos volumes exportados e valorização do dólar frente ao real fizeram subir os ganhos dos exportadores. Balança comercial do agronegócio registrou superavit de US$ 75 bi, 8,8% menos do que no ano anterior

Apesar de ter havido uma queda de preços em dólar dos principais produtos agrícolas exportados pelo Brasil – como carnes, soja e milho – em 2015, os exportadores brasileiros tiveram ganhos 30,8% superiores no ano passado frente ao ano anterior. Isso foi possível por causa da valorização do dólar frente ao real e do aumento dos volumes exportados. “Isso mostra a competitividade e a qualidade dos nossos produtos, que vêm conquistando e consolidando mercados pelo mundo. Muitos países que compravam de outros lugares, agora importam do Brasil”, explicou a secretária de Relações Internacionais do Agronegócio do Ministério da Agricultura, Tatiana Palermo.

Ela informou ainda que o agronegócio brasileiro registrou recorde histórico de participação nas exportações brasileiras (46,2%). Em 2014, esse percentual foi de 43% e, em 2013, 41,3%. Entretanto, a baixa dos preços levou à redução do superavit da balança comercial do agronegócio que em 2015 atingiu US$ 75,15 bilhões, 8,8% menos do que os US$ 80,13 bilhões de superavit registrado em 2014.

A China foi o principal destino dos produtos do agronegócio brasileiro em 2015, somando US$ 21,28 bilhões. Os destaques foram soja em grãos e celulose. O país asiático recebeu 24% das commodities brasileiras e foi o destino de mais de 75% da soja em grãos exportada no período. A União Europeia e os Estados Unidos também foram grandes importadores com participações de 21% e de 7%, respectivamente. “Em tempos difíceis do cenário econômico mundial, com a queda generalizada de preços e alta no valor dos insumos agrícolas, estamos muito bem e a atividade agropecuária continua se mostrando bastante remuneradora”, ressaltou a secretária.

Destaques

A quantidade de soja em grão, milho, frango in natura, café e celulose vendidos para o exterior em 2015 foi recorde na série histórica da balança comercial do agronegócio, iniciada em 1997. O volume exportado de soja em grãos cresceu 19% em relação a 2014 e chegou a 54,32% milhões de toneladas.

O farelo de soja teve 14,8 milhões de toneladas vendidas para o exterior (aumento de 8%); o milho alcançou 28,9 milhões de toneladas (crescimento de 40%); o café vendeu 2,09 milhões de toneladas (1%), a carne de frango in natura, 3,89 milhões de toneladas (7%) e a celulose, 11,97 milhões de toneladas (8%).

Outros itens importantes para o agronegócio brasileiro registraram aumento no volume exportados em relação a 2014, como álcool (34%), frutas (17%), papel (14%), cacau e derivados (12%) e carne suína (10%).

Em relação ao valor exportado, o complexo de soja ocupou a primeira posição no ranking, com US$ 27,9 bilhões. As carnes estão em segundo lugar nas vendas externas (US$ 14,7 bilhões), com destaque para a carne de frango, que representou 48% do valor exportado pelo setor de carnes (US$ 7,07 bilhões e 4,23 milhões de toneladas).

Os produtos florestais ocuparam a terceira posição. Foram exportados US$ 10,33 bilhões, dos quais mais da metade representa venda de celulose (US$ 5,59 bilhões). Em relação ao ano anterior, houve crescimento de 5,6% em valor, quando as exportações do produto haviam alcançado US$ 5,29 bilhões. De acordo com Tatiana Palermo, este ano, o Ministério da Agricultura espera aumento de 2% dos valores, em dólar, dos produtos agrícolas exportados

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