A toraoamento de produtos refrigerados, incluindo a produção de aves e suínos da região Oeste de Santa Catarina, tende a se desviar dos portos catarinenses e seguir até o Porto de Paranaguá, em trajeto que deve incluir o município de Irani, no Meio-oeste, passar pelo município de Lapa (PR) e, via BR-476, atingir o destino final.
Mudança de rota dos portos catarinenses causará prejuízos para a região

A toraoamento de produtos refrigerados, incluindo a produção de aves e suínos da região Oeste de Santa Catarina, tende a se desviar dos portos catarinenses e seguir até o Porto de Paranaguá, em trajeto que deve incluir o município de Irani, no Meio-oeste, passar pelo município de Lapa (PR) e, via BR-476, atingir o destino final.
Confirmando-se essa situação, haverá significativo enfraquecimento do volume de operações de mercadorias e, por consequência, de receita no Porto de Itajaí, já combalido por só operar com dois berços de atracação. Até mesmo o Porto de Itapoá, possível alternativa, terá mais dificuldade de recepcionar estas cargas. O alerta foi feito pela superintendência do Porto de Itajaí, em reunião na segunda-feira, em Jaraguá do Sul.
A propósito, o Complexo Portuário de Itajaí contribuiu no ano passado com US$ 16 bilhões para a balança comercial brasileira. Isto representa 4% do total da balança comercial. A burocracia de Brasília ignora esses dados impactantes e atrasa há mais de três meses as obras de dragagem. Resultado: só o porto de Itajaí teve queda de 50% no movimento de carga, desde novembro 2015. A dragagem custará R$ 40 milhões.
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