Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Biomassa

Setor sucroenergético aposta em inovação para reduzir o nível de CO2 na atmosfera

O investimento em recursos naturais para reduzir o nível de CO2 na atmosfera cresce a cada ano no mundo. Uma das alternativas que tem se tornado popular no setor sucroenergético é a utilização da Biomassa.

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O desmatamento e a queima de combustíveis fósseis como: o carvão, a gasolina e o óleo tendem a aumentar o nível de dióxido de carbono na atmosfera – conhecido também como gás carbônico. O CO2, embora seja um dos compostos químicos essenciais para os processos de fotossíntese, quando em excesso, pode agravar o efeito estufa e, consequentemente reduzir o percurso para o aquecimento global. Segundo dados divulgados pela Agência Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA), a concentração mundial de dióxido de carbono (CO2) atingiu em março de 2015, uma média de recorde global de 400 partes por milhão (ppm).

O investimento em recursos naturais para reduzir o nível de CO2 na atmosfera cresce a cada ano no mundo. Uma das alternativas que tem se tornado popular no setor sucroenergético é a utilização da Biomassa – matéria orgânica colhida através da palhada de cana-de-açúcar – que substitui o uso de derivados de petróleo como por exemplo: o óleo diesel e a gasolina, para a produção de energia elétrica. Este sistema tende a expandir a cada ano, já que reduz os níveis de CO2, entre outros gases poluentes na atmosfera.

Além de ser uma fonte de energia renovável, limpa, com baixo custo de operação e potencial para reduzir o nível de CO2 na atmosfera, segundo a Única (União da Indústria da Cana de Açúcar), a utilização da biomassa também contribuiu para preservação de água nos reservatórios das hidrelétricas, já que o pico da geração oriunda da fonte biomassa ocorre em épocas marcadas por chuvas escassas. Em 2015, a oferta estimada de mais de 22 TWh pela biomassa ao Sistema Interligado Nacional ajudou a poupar 15% das águas nos reservatórios do submercado elétrico Sudeste e Centro-Oeste.

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