Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Eficiência

Uso de novas tecnologias em nutrição é a arma dos confinadores para driblar dificuldades em 2016

Em momentos de margens apertadas e preços altos de nutrição, o uso de tecnologias que aumentam a eficiência dos alimentos e que melhoram o desempenho dos animais faz grande diferença e deve ser intensificado na formulação das dietas.

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O aumento dos custos de produção, especialmente do milho, é o grande desafio dos projetos de confinamento bovino em 2016. A cotação do cereal segue em alta. Com isso, a expectativa é de redução das margens da atividade. A perspectiva seria pior não fosse a tendência de aumento dos preços do boi gordo no mercado futuro, previsto pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

“Nesse cenário, o uso de novas tecnologias é cada vez mais importante para reduzir custos e obter o melhor resultado econômico na atividade”, informa Newton Teodoro, gerente de bovinos da Phibro Saúde Animal. Para ele, o pecuarista não pode prescindir do investimento em tecnologias na produção. “Quem não está investindo corretamente já está no vermelho, e a situação pode piorar”, afirma Teodoro.

Alberto Pessina, vice-presidente da Associação Nacional dos Confinadores (Assocon), destaca que, nesses momentos de margens apertadas e preços altos de nutrição, o uso de tecnologias que aumentam a eficiência dos alimentos e que melhoram o desempenho dos animais faz grande diferença e deve ser intensificado na formulação das dietas. “Uma boa formulação da ração também pode fazer a diferença nestes períodos, nos quais não devemos esquecer os alimentos alternativos existentes em cada região, que podem auxiliar na redução do custo da dieta. Devido à extensão do Brasil, cada região possui sua característica e seus subprodutos. Assim, o bom técnico deve ter em mãos estas alternativas”.

De acordo com a Assocon, o pecuarista brasileiro tem um grande desafio à frente e necessita se profissionalizar e tecnificar rapidamente para conseguir aumentar a competitividade e concorrer com as pressões que ocorrem em relação ao uso da terra. “Nos momentos de margens baixas, a boa gestão e a utilização de todas as ferramentas disponíveis representam o grande diferencial do bom empresário”, conclui Pessina. 

Maurício Nogueira, diretor da Agroconsult, destaca que as fazendas que já adotam tecnologias em nutrição para acelerar ganhos têm, comprovadamente, melhores condições para manter suas margens. E recomenda que elas continuem investindo. “Pisar no freio é a pior decisão possível no cenário atual”, diz.

Newton Teodoro, da Phibro, também destaca o leque de tecnologias à disposição das propriedades que terminam bovinos em confinamento. “A pecuária brasileira evoluiu muito, seja em técnicas de produção e ferramentas para gestão que aumentam a confiabilidade dos resultados estimados no planejamento anual da fazenda. Esse caminho não pode ter volta. O impacto sobre a produtividade é enorme,” avalia o especialista.

O gerente da Phibro também ressalta o uso da virginiamicina como importante aliado na eficiência produtiva, sendo no Brasil comercializada para gado de corte e leite sob a marca V-MAX®. “Um aditivo que melhora o desempenho do trato digestivo aumentando a absorção de nutrientes e elevando a produtividade na cria, recria e engorda à pasto e em confinamento”, analisa Newton.

 

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