Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Clima

La Niña teria impacto ‘moderado’ sobre culturas brasileiras, diz FCStone

O fenômeno consiste na diminuição da temperatura das águas superficiais do Oceano Pacífico e causa mudanças nos padrões climáticos em todo o mundo, provocando mais secas no Brasil

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La Niña teria impacto ‘moderado’ sobre culturas brasileiras, diz FCStone

A INTL FCStone afirmou em relatório, que o impacto de um provável La Niña sobre as principais culturas agrícolas brasileiras seria “moderado”. O fenômeno consiste na diminuição da temperatura das águas superficiais do Oceano Pacífico e causa mudanças nos padrões climáticos em todo o mundo, provocando mais secas no Brasil.

“Para os grãos (soja e milho), o La Niña tenderia a ter efeitos mais intensos nos períodos de plantio e desenvolvimento das lavouras, com um clima mais seco”, destacou o estudo da consultoria.

Para a coordenadora de Inteligência de Mercado da INTL FCStone, Natália Orlovicin, esse fato poderia prejudicar o potencial produtivo do Sul do Brasil, que concentra grande parte da produção durante o verão. Já a analista Ana Luiza Lodi avaliou que partir do início de 2017 os efeitos do La Niña tendem a ser mais leves, com resultados mais difíceis de se prever sobre a safrinha do milho. 

Conforme a consultoria, as expectativas para a safra 2016/2017 de trigo se encontram “mistas”. Como as janelas de plantio da Argentina e Rio Grande do Sul se abrem depois do início da semeadura no Paraná, o clima mais seco causado pela La Niña pode afetar diferentemente cada área.

“Em geral, os produtores brasileiros ficam mais animados com as projeções de menor pluviosidade no fim do ano, o que favorece a colheita”, informou a INTL FCStone.

Quanto à cana-de-açúcar, a principal região produtora, o Centro-Sul, tende a ser afetada pela redução no volume de chuvas. “Essa diminuição pode ajudar a moagem nos últimos meses da safra (se começar entre setembro e outubro) ou apenas atrapalhar o desenvolvimento da cana (se o início se der entre dezembro e janeiro)”, comentou o analista João Paulo Botelho.

Em relação ao algodão, cultivado principalmente em Mato Grosso e no extremo oeste da Bahia, a INTL FCStone diz que a fibra está localizada em regiões menos suscetíveis ao fenômeno climático.

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