Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,63 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,57 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,94 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,70 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,78 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,16 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.209,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.091,60 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 204,60 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 170,25 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 173,48 / cx
Agrofloresta

Câmara Setorial apresenta potenciais econômico e ambiental dos sistemas agroflorestais, um dos eixos do Plano ABC

A reunião na sede da Pasta apontou também as dificuldades enfrentadas pelos produtores de resina com relação ao preço que vêm recebendo

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A Câmara Setorial de Produtos Florestais da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo apresentou, na última quinta-feira, 29 de setembro, o potencial econômico e ambiental dos sistemas agroflorestais (SAFs), que unem conservação e produção em perfeita harmonia. A reunião na sede da Pasta apontou também as dificuldades enfrentadas pelos produtores de resina com relação ao preço que vêm recebendo.

“Nossa Câmara deve estar sintonizada com a agrossilvicultura neste momento em que se fala na aplicação do Plano ABC paulista”, lembrou Laércio Couto, presidente da Câmara e da Sociedade Brasileira de Agrossilvicultura (Asbag), ao iniciar sua apresentação sobre as possibilidades deste tipo de cultivo – que une plantação de árvores, agricultura e pecuária. “Juntando essas três produções em uma só a receita tem que ser melhor do que no monocultivo”, complementou.

São iniciativas como unir a produção de eucalipto com culturas como soja, milho, arroz, trigo, amendoim, cevada, girassol, mandioca ou mamona. Também são boas opções de árvores o pau de balsa, que produz uma madeira mais leve; neem, inseticida e fungicida natural; teca, mais aderente mesmo quando molhada; guanandi, resistente a áreas alagadas; seringueira; paricá; manga ubá; e acácia mangium, atraente para abelhas por produzir néctar tanto na flor quanto nas folhas.

De acordo com o presidente, os ganhos são ambientais e econômicos em uma atividade que já tem motivado as empresas fabricantes a desenvolverem máquinas específicas para colher a produção florestal. Os sistemas agroflorestais garantem a diversificação da fonte de renda dos produtores ao não optarem pelo monocultivo. Eles são um dos sete pontos de atuação do Plano Estadual de Mitigação e de Adaptação às Mudanças Climáticas Para a Consolidação de Uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura (Plano ABC-SP).

“Ao lado da Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF), os SAFs são opção para recuperar os 6,1 milhões de hectares de pastagens degradadas ou em início de degradação no Estado de São Paulo, um dos principais objetivos do Plano paulista. Fazer uma produção agropecuária em harmonia com o meio ambiente é uma das principais recomendações do governador Geraldo Alckmin para a Secretaria”, pontuou o secretário Arnaldo Jardim.

Alinhada a esta recomendação, a Secretaria do Meio Ambiente integra a Câmara Setorial de Produtos Florestais, participando do encontro com representantes de sua Coordenadoria de Biodiversidade e Recursos Naturais (CBRN) e de seu Instituto Florestal.

“O grande foco, como é no Plano ABC, é a recuperação de pastagem degradada sem perder produtividade agropecuária, ao contrário, aumentando a essa produtividade, criando uma produtividade agrícola. Ou seja, é uma renda a mais, e ainda tendo uma renda de médio e longo prazo que vem da exploração florestal, seja para resina, borracha, cavaco de madeira para energia, madeira para serraria ou para polpa”, resumiu Alberto Amorim, coordenador das Câmaras Setoriais.

Valorização

A reunião abordou ainda o baixo preço recebido pelos produtores de resina, que, de acordo com eles, chega a ser menor do que o custo de produção. “Isso está desestimulando a produção. Não pode acontecer algo assim em um setor que gera tantos empregos”, lamentou Decio Hungria Lobo, da Associação Paulista de Engenheiros Florestais (Apaef). Ele enumerou em 30% a queda no preço recebido pelo quilo de resina, caindo de R$ 3,20 para R$ 2,10 – com um custo de R$ 2,50 por quilo produzido.

“Nunca esteve nesta situação que está hoje, a atividade está inviável”, concorda Reinaldo Ponce, da Ponce Madeireira. A Câmara realizará, em novembro, reunião com os técnicos do Instituto de Economia Agrícola (IEA) da Secretaria para analisar custos e preços da produção da resina. Também serão feitas no próximo mês reuniões específicas sobre energia, madeira e borracha.

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