3º Fórum Caminhos da Safra ouviu a opinião de especialistas sobre o que o próximo presidente deveria priorizar em seu mandato quando o assunto é logística brasileira.
Logística: Quais devem ser as prioridades do próximo governo?

Aconteceu na manhã do dia 16/09, o 3º Fórum Caminhos da Safra. Realizado na sede da Editora Globo, em São Paulo (SP), o evento buscou discutir os resultados da ação “Caminhos da Safra” (clique aqui e saiba mais). Durante o Fórum, mediado pelo jornalista e diretor de redação da Editora Globo, Bruno Blecher, Aurélio Pavinato, presidente da SLC Agrícola, Luiz Carlos Carvalho,presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Cláudio Adamuccio, presidente do Grupo G10 e Luiz Antonio Fayet, consultor de logística da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), listaram algumas questões que deveriam ser tratadas como prioridade pelo próximo governo quando o assunto é logística brasileira.
Para Pavinato, o principal entrave do desenvolvimento logístico do País envolve questões burocráticas. “Há uma perda de tempo muito grande com pequenas questões.O governo precisa avaliar melhor os trâmites e facilitar concessões”, afirmou o dirigente da SLC. Já Adamuccio acredita que falta planejamento a longo prazo por parte dos presidentes. “É preciso ações de longo prazo e os governantes precisam continuar as boas práticas de gestão, independente de opiniões políticas”, pontuou o presidente do Grupo G10 acresentando que a desburocratização do Brasil e investimentos em portos são essenciais. Estes últimos pontos também foram salientados por Fayet, que alertou sobre a saturação dos portos brasileiros, que precisam crescer em quantidade e qualidade. Por fim, Carvalho acredita que o “Triângulo das Bermudas Brasileiro”, formado por Mapa, Anvisa e Ibama, deve ser instinto. “Temos pragas e doenças na produção de grãos que devem ser combatidas. Temos outras discussões que envolvem sanidade, meio ambiente, etc., que precisam de melhor atuação do Governo em prol de todos os segmentos envolvidos, sobretudo, o do agronegócio e toda a sua logística. O carro-chefe da economia brasileira”, concluiu o presidente da Abag.
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