Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Meio Ambiente

Mapa e MDA instituem o Plano ABC Nacional

A formalização do Plano foi publicada na manhã de quarta-feira no Diário Oficial da União.

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Mapa e MDA instituem o Plano ABC Nacional

Foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) dessa quarta-feira, 09 de setembro, a Portaria Interministerial nº 984/2013, dos Ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e Desenvolvimento Agrário (Mapa e MDA) que tem por finalidade instituir o Plano Setorial para Consolidação de uma Economia de Baixa Emissão de Carbono na Agricultura – Plano ABC Nacional.

O Plano ABC visa promover a redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE) na agricultura brasileira, conforme preconizado na Política Nacional sobre Mudanças do Clima (PNMC), instituída pela Lei nº 12.187/09. Para atingir esse objetivo, o Plano ABC institui um conjunto de tecnologias que melhoram a eficiência no uso dos recursos naturais e aumentam a resiliência dos sistemas produtivos e de comunidades rurais. Possibilita, também, a adaptação do setor agropecuário às mudanças climáticas, sem perder de vista os ganhos econômicos e o crescimento da competitividade da produção agropecuária.

Sete programas estruturam o Plano ABC, são eles: a recuperação de pastagens degradadas; a Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF) e de Sistemas Agroflorestais (SAFs); o Sistema Plantio Direto (SPD); a Fixação Biológica do Nitrogênio (FBN); as Florestas Plantadas; os Tratamentos de Dejetos Animais; e Adaptação às Mudanças Climáticas.

Todos os 27 estados já iniciaram o processo de constituição do seu Grupo Gestor Estadual (GGE). O GGE será responsável por elaborar e implementar um Plano ABC Estadual, conforme as prioridades e características regionais e locais.

Os cursos ofertados pelo Mapa e pelos estados já atingiram cerca de 19 mil participantes, entre técnicos e produtores rurais. Além disso, existem iniciativas de capacitação continuada, voltadas especificamente para técnicos atuantes no setor, sendo organizados por entidades parceiras, como a Embrapa e o Senar.

De 2010 até 2013 já foram repassados, a partir da linha de crédito ABC, mais de R$ 4,5 bilhões, num total acumulado de 17.463 contratos firmados com produtores rurais em todo o território brasileiro. Para o Plano Safra 2013/2014 serão disponibilizados mais R$ 4,5 bilhões. O principal ajuste é o aumento do limite de crédito para cultivo de florestas, que passa de R$ 1 milhão para R$ 3 milhões por produtor interessado.

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