Preço subiu nas últimas semanas no Rio Grande do Sul. Mais capitalizados, criadores já pensam em novos investimentos.
Criadores de suínos estão animados com o preço pago pela carne

No município de Vila Maria, no norte do Rio Grande do Sul, o criador Adair Colet prepara mais uma entrega para a indústria: mil porcos, pesando cerca de 130 quilos cada um. Esse lote será um dos mais lucrativos para a propriedade.
O preço do quilo da carne pago ao produtor passou de R$ 2,68 no primeiro semestre para R$ 3,70 agora, um aumento de mais de R$ 1.
Segundo a Associação de Criadores de Suínos do Rio Grande do Sul, o bom momento do mercado é registrado em 250 municípios gaúchos que têm a atividade, beneficiando mais de 9 mil produtores.
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Dois fatores foram fundamentais para a reação dos preços no segundo semestre, a demanda aumentou, com o mercado interno consumindo 85% das 650 mil toneladas de carne suína produzidas por ano, e a volta das exportações para a Ucrânia, um importante comprador.
Em Patos de Minas, Minas Gerais, o preço também está em alta, índice de mais de 35% desde o começo do segundo semestre. Em julho, o quilo do animal vivo estava saindo por R$ 3, agora está em R$ 4,10.
Cláudio Nasser de Carvalho, presidente da Cooperativa dos Suinocultores de Patos de Minas, a Suinco, fala sobre o momento histórico do setor e a demanda crescente.





















