Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Logística

Agricultores enfrentam problemas com a alta no custo do frete em Mato Grosso

A expectativa é de que o custo do frete tenha ainda novos reajustes.

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Jorge Schinoca colheu 60 mil sacas de milho safrinha este ano em Jaciara, no sul de Mato Grosso, 20% a mais que na safra anterior. O grão é do tipo exportação e parte da colheita vai para o mercado externo.

Em outubro do ano passado, o armazém já estava vazio, mas agora, com a alta do frete em mais de 30%, o produtor prefere esperar um pouco na esperança de valores mais baixos.

O Instituto Mato Grossense de Economia Agropecuária, Imea, calcula que o frete já subiu em média 40% nos últimos quatro meses em Mato Grosso. Um exemplo é o trajeto Sorriso-Paranaguá. No começo do ano o valor era de R$ 165 a tonelada e agora está custando R$ 230, alta de 40%. Os novos contratos de soja para março já estão em média em torno de R$ 300, quase o dobro, explica Cléber Noronha, engenheiro agrônomo do Imea.

A colheita recorde de milho safrinha, rodovias precárias e o aumento do diesel contribuem para o reajuste no transporte. A lei que regulamenta o trabalho dos caminhoneiros também interfere. Eles precisam parar em intervalos regulares durante a viagem e descansam no mínimo 11 horas entre uma jornada e outra.

A expectativa é de que o custo do frete tenha ainda novos reajustes.

Jorge Schinoca sabe que os custos de produção da safra de soja que está começando serão maiores, pois trazer o adubo dos Portos já está mais caro.

A preocupação dos agricultores fica ainda maior tendo em vista a previsão de que a safra de soja, que vai ser colhida no início do ano que vem, será recorde.

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