Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
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Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 191,00 / cx
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Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx
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Estimativa para milho divulgada em SP

Primeiro balanço da oferta e demanda de milho para 2011 feita pela Câmara Setorial da SAA do Estado de São Paulo revela que produção da safra de verão deve decrescer 5,5% em relação a anterior.

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A primeira estimativa de oferta e demanda de milho no Estado de São Paulo para 2011, feita pela Câmara Setorial de Milho da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA), foi elaborada com base em informações fornecidas pelos membros do colegiado e discutida em reunião realizada no dia 24 de março de 2011. O primeiro balanço de oferta e demanda de milho em São Paulo indica duas tendências para 2011: queda da oferta (produção da primeira safra) e crescimento da demanda (consumo dos segmentos da cadeia produtiva). Como consequência, aumenta a necessidade de importação.

Prevê-se que a produção da primeira safra (verão) 2010/11 decresça 5,5% em relação à do ano anterior, devido principalmente à retração da área. Quanto à produção esperada de milho safrinha da safra 2010/11, mantém-se preliminarmente a produção do ano passado, em razão da incerteza quanto à variação da área que está sendo plantada. A expectativa é de crescimento da área. Por outro lado, a semeadura está um pouco atrasada, o que pode afetar a produtividade da cultura, de sorte a contrabalançar o aumento esperado da área. A disponibilidade interna diminui 3,2% em 2011, com o aumento do estoque inicial não compensando a queda da produção da safra de verão.

Neste ano, o aquecimento do mercado mundial de milho, com a elevação do consumo, os baixos níveis dos estoques e o crescimento da especulação financeira, reflete-se no mercado interno, com a manutenção de preços altos. Os preços dos segmentos de consumo de milho, como a avicultura, a suinocultura e a bovinocultura, estão também em condições favoráveis, o que mantém as relações de trocas satisfatórias entre esses setores e a do milho, estimulando o aumento do consumo do cereal.

Do lado da demanda, foram revistos dois dados de 2010: o consumo de milho pela avicultura de postura, cujo montante cresce 8% (em vez de 5%), e a exportação de milho em grão para o exterior, definido em 9.800 toneladas, o que corresponde a uma queda de 64,9% em relação a 2009.

O primeiro levantamento das estimativas de consumo de milho em 2011 pelos segmentos da cadeia produtiva indica aumentos em quase todos os setores, em face da melhoria de rentabilidade das atividades: suinocultura (5,5%), avicultura de corte (5%), pecuária leiteira (5%), pecuária de corte (10,0%), outros animais (4,0%) e consumo industrial (5%). Prevê-se, nessa primeira estimativa, que o consumo da avicultura de postura, que cresceu muito em 2010, seja estável em 2011. O consumo não comercial (parte da produção da primeira safra que não se destina ao mercado) deve cair 5,5%, de acordo com a expectativa da produção esperada no Estado.

Com a diminuição da disponibilidade interna e do incremento proporcionalmente maior do consumo e do estoque final em 2011, há um significativo aumento do volume de milho importado de outras regiões, o qual passa a representar mais da metade (51,2%) do consumo previsto para o Estado. A relação estoque/consumo de milho se mantém em torno de 7,5% nos últimos três anos.

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