Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
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Colheita da safrinha

Cerca de 27,5% das lavouras de milho segunda safra já foram colhidas no Mato Grosso. Trabalhos seguem com atraso se comparados ao mesmo período do ano passado.

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Colheita da safrinha

De acordo com o último levantamento de colheita divulgado pelo Imea, 27,5% das lavouras de milho segunda safra já foram colhidas. A evolução semanal foi de 12,9 pontos percentuais (p.p.) frente aos 14,6% registrados na semana anterior.

Os trabalhos seguem com atraso de 38,5 p.p., se comparados ao mesmo período do ano passado, quando já estavam colhidos 66,0% das áreas. Contudo, isso já era esperado devido ao atraso de plantio, a consequência será um prolongamento no período de colheita. As regiões mais adiantadas continuam sendo médio-norte e norte, com 39,7% e 36,0%, respectivamente, seguidas pela região nordeste, com 21,4%. A produtividade continua ligeiramente acima da estimada antes da colheita, mas começa a se aproximar o período determinante, em que as áreas que foram plantadas após o dia 24 de fevereiro, quando a falta de umidade começou a comprometer parte da lavoura. Nas próximas semanas, quando o número se aproximar da metade colhida, esses números de produtividade poderão ser afinados, pois nas áreas mais adiantadas será possível visualizar uma possível queda. O produtor deve ficar de olho na safrinha do Paraná e do Mato Grosso do Sul, pois existem fortes indícios de que a geada pode interferir na produtividade das lavouras. Em Mato Grosso, os negócios continuaram bem devagar durante toda a semana, mesmo dando sinais de melhora em relação à semana passada.

O agricultor está focado na colheita do cereal, que ganhou força nesta semana. Com a chegada da nova safra o preço tende a cair por causa da oferta de milho no mercado disponível, mas ainda permanece um desencontro entre vendedor e comprador. O preço ofertado pelas tradings e corretoras ficou na casa dos R$ 15,50/sc em Campos de Júlio. Em Campo Verde existem propostas a R$ 17,50/sc, contudo os produtores estão pedindo R$ 2,80 a mais pela saca. Em Nova Mutum a cotação esteve a R$ 15,00/sc, já em Rondonópolis o preço foi de R$ 19,50/sc. Em Canarana o valor ficou em R$ 16,50/sc.

A produção mato-grossense de milho é quase totalmente absorvida pelas exportações. Das 8,4 milhões de toneladas produzidas na safra 09/10, apenas 16% foram destinadas ao mercado interno, o restante foi embarcado para outros países. Vale lembrar que 2010 foi o ano que Mato Grosso mais exportou, superando em duas vezes o volume que era embarcado em 2008. Porém, para a safra 10/11, o cenário é diferente. Além da redução de área, a cultura do milho no Estado também sofreu alguns impasses climáticos que acabaram derrubando as estimativas em aproximadamente 20% em relação à safra anterior.

O efeito dessa queda no volume produzido pode afetar diretamente as exportações, uma vez que as embarques do ano passado superaram a estimativa da produção deste ano em 354 mil toneladas, e a alimentação animal está indicando uma maior demanda interna do produto, já que a seca prejudica a pastagem. As informações partem da Assessoria de Imprensa do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária.

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