Se as medidas de socorro do Fed funcionarem, a desaceleração econômica nos EUA e seus reflexos em outras economia serão amenizados e a demanda por grãos não sofrerá baques.
Fed e queda do dólar impulsionam grãos
Redação (20/03/2009) – Em uma quinta-feira de queda do dólar e de particular confiança dos traders em relação à postura do Fed (banco central americano) para enfrentar a crise financeira americana, o resultado não poderia ser outro a não ser fortes valorizações de milho, trigo e soja na bolsa de Chicago.
No mercado de soja, os contratos para julho, que ocupam a segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez), encerraram a sessão a US$ 9,40 por bushel, alta de 28,25 centavos de dólar. No trigo, os papéis para julho (segunda posição) fecharam a US$ 5,6775 por bushel, ganho de 25,25 centavos sobre a véspera; no milho, julho (segunda posição) subiu 8,50 centavos, para US$ 4,07 por bushel.
Em Chicago, o raciocínio dos traders não é novo: se as medidas de socorro do Fed funcionarem, a desaceleração econômica nos EUA e seus reflexos em outras economia serão amenizados e a demanda por grãos não sofrerá baques. No caso do dólar, a queda da moeda, em tese, confere competitividade as exportações americanas, o que ajuda a sustentar os preços em Chicago, que reflete mais o cenário nos EUA. (Com Bloomberg)
Leia também no Agrimídia:
- •CNA debate regulamentação da Lei de Bioinsumos com federações estaduais
- •Pesquisa relaciona qualidade física da ração a ganhos de peso e eficiência em frangos de corte
- •Setor agroalimentar do Reino Unido pede a ministro que reconsidere “imposto sobre explorações agrícolas familiares”
- •Escassez de insumos dispara custos e ameaça produção de proteína no Irã





















