Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Estudo

Pesquisa relaciona qualidade física da ração a ganhos de peso e eficiência em frangos de corte

A qualidade da ração é crucial para a eficiência em frangos de corte. Saiba como a pesquisa revela suas implicações

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Pesquisa relaciona qualidade física da ração a ganhos de peso e eficiência em frangos de corte

A extensão das linhas de distribuição de ração em aviários comerciais modernos pode ser um fator oculto de ineficiência produtiva. Pesquisadores da Universidade Estadual da Pensilvânia (Penn State) identificaram que a degradação física dos pellets ao longo do trajeto, pode causar uma segregação de nutrientes crítica. O estudo buscou entender como essa variabilidade na ponta do comedouro afeta indicadores vitais como o ganho de peso, a conversão alimentar e o rendimento de carcaça dos frangos de corte.

Publicada no Journal of Applied Poultry Research, a pesquisa isolou dois componentes essenciais da dieta para análise: a densidade de aminoácidos (blocos construtores de proteína) e a atividade da enzima fitase (responsável pela absorção de fósforo). Jon Boney, pesquisador de nutrição avícola da instituição, observou que a qualidade física da ração na entrada do galpão difere significativamente daquela encontrada no final da linha. “Isso nos levou à seguinte questão: se muitos dos grânulos se desfizeram em partículas finas, como essa variabilidade afeta a nutrição que as aves realmente recebem?”, questionou Boney.

Os resultados do experimento demonstraram que a densidade de aminoácidos é o fator determinante para o desempenho zootécnico.

  • Impacto Positivo: Aves que receberam dietas com alta densidade de aminoácidos apresentaram maior ganho de peso, melhor eficiência alimentar e superior rendimento de carne de peito.
  • Impacto Neutro: Surpreendentemente, a variação nos níveis da enzima fitase não gerou efeitos significativos no crescimento ou na saúde óssea das aves durante o teste.

A conclusão prática para a indústria é que o monitoramento da densidade de aminoácidos é um indicador mais preciso para avaliar a consistência nutricional do lote do que a atividade da fitase. Para os produtores, o estudo reforça a necessidade de manter a integridade do pellet e minimizar a segregação de partículas. “Se pudermos eliminar a segregação de nutrientes, todas as aves, independentemente de onde forem criadas no galpão, terão acesso à mesma nutrição”, explica Boney. Isso resulta em lotes mais uniformes em tamanho e saúde, facilitando o atendimento aos padrões exigidos pelas plantas de processamento.

Referência: Poultry World

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