Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Fed e queda do dólar impulsionam grãos

Se as medidas de socorro do Fed funcionarem, a desaceleração econômica nos EUA e seus reflexos em outras economia serão amenizados e a demanda por grãos não sofrerá baques.

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Redação (20/03/2009) – Em uma quinta-feira de queda do dólar e de particular confiança dos traders em relação à postura do Fed (banco central americano) para enfrentar a crise financeira americana, o resultado não poderia ser outro a não ser fortes valorizações de milho, trigo e soja na bolsa de Chicago.

No mercado de soja, os contratos para julho, que ocupam a segunda posição de entrega (normalmente a de maior liquidez), encerraram a sessão a US$ 9,40 por bushel, alta de 28,25 centavos de dólar. No trigo, os papéis para julho (segunda posição) fecharam a US$ 5,6775 por bushel, ganho de 25,25 centavos sobre a véspera; no milho, julho (segunda posição) subiu 8,50 centavos, para US$ 4,07 por bushel.

Em Chicago, o raciocínio dos traders não é novo: se as medidas de socorro do Fed funcionarem, a desaceleração econômica nos EUA e seus reflexos em outras economia serão amenizados e a demanda por grãos não sofrerá baques. No caso do dólar, a queda da moeda, em tese, confere competitividade as exportações americanas, o que ajuda a sustentar os preços em Chicago, que reflete mais o cenário nos EUA. (Com Bloomberg)

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