Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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AEPE solicita AIA

A associação dos empreendedores paulistas da estrutiocultura está elaborando a Análise de Impacto Ambiental da atividade junto à Embrapa Meio Ambiente.

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Redação AI 06/02/2004 – 09h45 – A AEPE (Associação dos Empreendedores Paulistas da Estrutiocultura), visando atender à necessidade de seus associados, no tocante ao cadastramento dos mesmos junto ao Ministério da Agricultura – que exige a AIA (Análise de Impacto Ambiental) da atividade – está se mobilizando para conseguir o documento. “O que ocorre, é que as secretarias de meio ambiente não possuem este estudo de impacto ambiental relativo à estrutiocultura e os criadores estão com dificuldade de conseguir o credenciamento por esta razão”, afirma Luis Robson Muniz, presidente da AEPE.

Desde janeiro, reuniões com a Embrapa Meio Ambiente (EMA), de Jaguariúna (SP), vêem sendo feitas, com o objetivo de resolver o impasse . De acordo, com Geraldo Stachetti, diretor da EMA, estudos inéditos sobre impacto ambiental do Novo Rural (hotéis fazenda, pesque-pagues, turismo rural, etc) , realizados por pesquisadores da Embrapa, mostraram resultados muito satisfatórios e poderiam perfeitamente ser utilizados para quantificar a AIA da estrutiocultura.

A Embrapa já se pronunciou favorável em realizar um curso de treinamento em sua sede, com o objetivo de orientar os profissionais do setor (veterinários, zootecnistas, agrônomos, técnicos agrícolas, biólogos, etc.) sobre a sistemática de coleta de dados e a respectiva operacionalização do software desenvolvido pelo corpo de pesquisadores da entidade.

A AEPE já encaminhou ofício ao SFFA (Sistema de Fomento e Fiscalização Animal), órgão responsável pelo credenciamento dos criadores, solicitando o reconhecimento do estudos levantados pela Embrapa.

“Vemos com muito bons olhos a iniciativa dos criadores em procurar atender a nova Instrução Normativa que rege o setor. O pedido já foi expedido para Brasília, pois caso seja aprovado, muito provavelmente o método de AIA desenvolvido pela Embrapa e proposto pela AEPE terá aplicação nacional”, comenta Vanderlei Antunes, chefe do SFFA do Ministério da Agricultura (SP).

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