Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Plano de recuperação da Avestruz Master decepciona

Empresa propõe lucro de R$ 70 por ave.

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Redação AI 08/12/2005 – O presidente da Associavestruz, Amarildo Garcia, diz que está insatisfeito com o resultado da síntese do plano de recuperação apresentado pelo corpo jurídico da Avestruz Master às associações de investidores. Segundo ele, o valor oferecido para pagamento de 80% das aves é questionável e ainda é necessário muitas discussões para que se pague o preço justo para os clientes.

Garcia afirma que, em São Paulo, o preço de mercado da ave para o abate varia de R$ 600 a R$ 800 e que este valor deveria ser pago aos investidores. O grupo Avestruz Master propôs um acordo de forma que pagaria R$ 600 pela recompra da ave, mas que cobraria R$ 530 referente à hospedagem do animal e sobrariam apenas R$ 70 de lucro para o cliente.

Garcia reforça que não sabe de onde os empresários tiraram essa idéia, que vai lesar ainda mais o consumidor. “Eles pagaram cerca de R$ 1,68 mil por uma ave de três meses, que já cresceu e alcançou maior valor de mercado”. Segundo o presidente da Associavestruz, a única chance dos investidores conseguirem ressarcimento do que foi aplicado é por meio da recuperação da empresa. “O problema é que o principal patrimônio são as aves que estão morrendo.”

A advogada Viviane Vaz, representante da Comissão de Gestão do Patrimônio Vivo da Avestruz Master, diz que a dificuldade que a comissão tem para receber a verba de manutenção das aves é gigante. “Não estamos tendo jeito de otimizar os resultados das ações de socorro às aves”. Segundo ela, o dinheiro não está chegando em tempo hábil, mas a comida para aves não está em falta, as outras demandas é que estão atrasadas. Ela explica que houve desencontro de informações que levaram à imprensa um número maior de mortes do que ocorreu. Viviane diz que a burocracia do Judiciário é que atrapalha a resolução rápida dos problemas.

SANIDADE – A médica veterinária da Acriago, Fernanda Pacheco, afirma que se não forem tomadas providências que visem a sanidade das aves, até um ataque de doenças pode ocorrer. Segundo ela, as aves estão magras e os filhotes, se continuarem nessa situação, podem morrer logo.

A veterinária explica que a falta de higienização e as retiradas indiscriminadas provocam desgaste que enfraquecem o animal, que pode contrair doenças como a New Castle, mal capaz de reduzir um plantel inteiro. Fernanda afirma que todo plantel ainda está sadio, mas o pior pode acontecer se as aves continuarem a ser tratadas da forma como estão atualmente.

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