Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,52 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,43 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,12 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 157,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,69 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.462,05 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,39 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,58 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 163,44 / cx
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Brasil tem o maior custo de produção do Mercosul

A média é 30% maior que nos países do bloco, segundo o presidente da CNA, Carlos Sperotto.

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Redação (07/08/07) – A distorção que existe no custo rural brasileiro em relação ao dos vizinhos se deve aos preços dos defensivos e fertilizantes que são também 30% maiores. Para ilustrar a diferença que existe no custo de produção do setor rural entre os países do bloco, a Federação das Associações Rurais do Mercosul (Farm) vai lançar no fim deste mês um banco de dados eletrônico para que as informações se tornem públicas e usadas em debates. "Queremos o Ministério da Agricultura nessas discussões", disse Sperotto. O site será lançado durante a Expointer 2007, no Rio Grande do Sul.

As barreiras impostas às importações de insumos de insumos genéricos são os fatores que levam o Brasil a ter o maior custo de produção no Mercosul. "Eles (os concorrentes) podem usar produtos genéricos e isso para nós não é permitido", enfatizou Sperotto. Para ele, a dificuldade de comprar insumos no exterior é decorrente do monopólio das indústrias multinacionais que têm o controle de importar tanto os insumos quanto os princípios ativos para a formação do produto.

O diretor-executivo da Anda Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Eduardo Daher, contestou a informação do presidente da Comissão de Crédito da CNA. "Pode-se importar fertilizante de qualquer país do mundo desde que comprove ser um produtor rural e cadastrado junto ao Ministério da Agricultura. Isso é permitido na Lei 4954/2004", contestou. "E não existe na Lei a nomeclatura ‘genéricos’, complementou.

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