Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Brasil tem o maior custo de produção do Mercosul

A média é 30% maior que nos países do bloco, segundo o presidente da CNA, Carlos Sperotto.

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Redação (07/08/07) – A distorção que existe no custo rural brasileiro em relação ao dos vizinhos se deve aos preços dos defensivos e fertilizantes que são também 30% maiores. Para ilustrar a diferença que existe no custo de produção do setor rural entre os países do bloco, a Federação das Associações Rurais do Mercosul (Farm) vai lançar no fim deste mês um banco de dados eletrônico para que as informações se tornem públicas e usadas em debates. "Queremos o Ministério da Agricultura nessas discussões", disse Sperotto. O site será lançado durante a Expointer 2007, no Rio Grande do Sul.

As barreiras impostas às importações de insumos de insumos genéricos são os fatores que levam o Brasil a ter o maior custo de produção no Mercosul. "Eles (os concorrentes) podem usar produtos genéricos e isso para nós não é permitido", enfatizou Sperotto. Para ele, a dificuldade de comprar insumos no exterior é decorrente do monopólio das indústrias multinacionais que têm o controle de importar tanto os insumos quanto os princípios ativos para a formação do produto.

O diretor-executivo da Anda Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), Eduardo Daher, contestou a informação do presidente da Comissão de Crédito da CNA. "Pode-se importar fertilizante de qualquer país do mundo desde que comprove ser um produtor rural e cadastrado junto ao Ministério da Agricultura. Isso é permitido na Lei 4954/2004", contestou. "E não existe na Lei a nomeclatura ‘genéricos’, complementou.

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