Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,39 / kg
Soja - Indicador PR R$ 153,59 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,59 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,81 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,49 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,25 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,72 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,94 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,93 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,58 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.361,32 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Betel Avestruzes garante sanidade do criatório com certificado exigido pelo Mapa

Betel recebe Certificado de Sanidade do criatório em assembléia da AEPE, garantindo transporte e comércio de aves, além do status sanitário no Estado.

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Redação (22/08/07) – Imprescindível para a saúde do setor, as discussões sobre o tema já começaram há algum tempo, mas a assembléia da AEPE, realizada no último dia 18, em Campinas, no Hotel Premium Norte, valorizou ainda mais a exigência e importância do Certificado de Sanidade para todos os criatórios brasileiros, mais ainda, para o Estado que lidera a criação de avestruzes e que mais consome a carne da ave.  Todas as dúvidas e esclarecimentos sobre o tema foram respondidas pelo médico-veterinário da Defesa Agropecuária, Reginaldo Campanhã, profissional convidado da AEPE para proferir palestra técnica na ocasião.

A surpresa foi a entrega do Certificado de Sanidade para a Betel Avestruzes, criatório de Cosmópolis (SP), próximo a Região Metropolitana de Campinas, considerado o maior do interior paulista. Os profissionais e técnicos que atuam na propriedade fizeram a entrega em mãos ao seu proprietário, Valmir Brustolin, que assim como todos os presentes, também foi pego de surpresa. 

O pleito levou cerca de dois anos, no cumprimento de todas as suas etapas e até ser concluído, com as três diferentes colheitas, em intervalo semestral. Todas elas,  devem e têm de ser feitas por médicos-veterinários, acompanado de fiscal do Mapa ( Ministério da Agricultura). As análises só são feitas e aceitas em laboratórios credenciados também pelo Mapa. O criador arca com todos os custos, a exceção de despesas de repetição de análises, em caso de alguma positividade nos exames.

A chegada do documento,  garante à propriedade, total segurança para transporte e abate de suas aves, certifica a qualidade da carne das aves originadas do mesmo criatório, além de contribuir para a preservação do status sanitário do Estado e abrir os caminhos para inúmeras oportunidades de negócio a partir dos produtos derivados da ave e o caminho para outros e próximos criatórios paulistas. Isso porque a certificação garante que a propriedade e seu respectivo plantel, estão livres para Salmoneloses e Micoplasmas Aviárias.

Todos os criatórios de avestruzes em território brasileiro devrão ter e apresentar o Certificado de Sanidade, que conforme assegurado pelo medico-veterinário da Defesa Agropecuária, Reginaldo Campanhã, já era uma exigência prevista na Instrução Normativa e agora passará também a ser exigidos pela fiscalização. O motivo é o preparo para a implantação do Plano de Regionalização Sanitária, mas não apenas por conta dele,como também para seguir acompanhado da nova GTA – Guia de Transporte Animal. Ou seja, criatórios sem o certificado de Sanidade além de não poderem transportar aves vivas para abate, ovo férteis e couro cru do avestruz, ainda colocarão em risco o status sanitário do Estado, podendo leva-lo a interdição de todas as propriedades, até mesmo daquelas que já têm o Certificado. O documento vale para criatórios já licenciados pelo Mapa.  Os criadores devem procurar por consultoria técnica e profissional e em caso de dúvidas, enviá-las pelo e-mail campanha@cda.sp.gov.br, do médico-veterinário, Reginaldo Campanhã, que se dispôs a contribuir com outros esclarecimentos, ou ainda, através do departamento técnico da AEPE, encaminhando para aepe@aepe.com.br

Outros criadores, associados e não associados a AEPE também estão em fase adiantada da conquista do Certificado de Sanidade e muitos agora, devidamente informados e atualizados de tal exigência e necessidade pelas autoridades da fiscalização sanitária. Mais criatórios do estado de SP já têm o Certificado de Sanidade e mostram que também saíram na frente junto a profissionalização do setor.

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