Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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G-20

Brasil defende oferta de alimentos

No G-20, país defenderá três pontos que considera fundamentais para estabilizar e sustentar a oferta mundial de alimentos. Reunião começa hoje.

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Brasil defende oferta de alimentos

Um dia antes de o G-20 pôr na mesa o debate sobre a volatilidade das commodities agrícolas, o Banco Mundial (Bird) anunciou, ontem (21), a disponibilização US$ 4 bilhões para produtores e consumidores de países em desenvolvimento poderem se proteger de grandes oscilações nos preços dos alimentos. O objetivo, segundo o Bird, é permitir que produtores, cooperativas e bancos se protejam da exposição a risco nos mercados agrícolas.

A reunião do G-20, que começa hoje e vai até amanhã, em Paris, promete um embate entre os países que querem manter o mistério sobre sua produção de alimentos, como a China e a Rússia, e aqueles que, como o Brasil e a Índia, defendem maior transparência dos dados sobre a produção e os estoques das commodities agrícolas. Durante o encontro, o Brasil defenderá três pontos que considera fundamentais para estabilizar e sustentar a oferta mundial de alimentos.

Entre eles está a regulamentação dos mercados futuros para evitar a manipulação dos agentes financeiros, a formação de estoques humanitários de alimentos e a maior transparência na divulgação de dados referentes à oferta e à demanda interna dos países. Na opinião da comitiva brasileira, entre os pontos que não devem ser aprovados está o fim dos subsídios agrícolas nos países desenvolvidos, que inibe a livre concorrência.

Presente na reunião, o ministro brasileiro da Agricultura, Wagner Rossi, comentou ao que o documento que será debatido pelo G-20 não diz nada sobre o controle de preços dos alimentos, mas a regulamentação dos mercados futuros. “Alguma forma de regulação desse mercado pode ser estudada. Mas isso o Brasil já faz, e os Estados Unidos também. Aqui, na Europa, é que existe uma certa benevolência para com a atuação de especuladores” afirmou.

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