Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 63,45 / kg
Soja - Indicador PRR$ 127,64 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 133,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 8,60 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 5,27 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 5,87 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 4,66 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 5,00 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 5,08 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 142,37 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 150,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 153,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 162,45 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 135,40 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 152,37 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,29 / kg
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Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.366,65 / t
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Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 160,50 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 142,99 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 152,55 / cx
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Santa Catarina: Ilha de excelência da indústria da carne

O Estado destaca-se internacionalmente pela qualidade e pelo status sanitário de suas cadeiras produtivas de carnes.

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Santa Catarina: Ilha de excelência da indústria da carne

Santa Catarina fez uma opção há alguns anos em buscar a excelência em sanidade animal, e, através de bem-sucedida parceria público-privada, obteve o reconhecimento internacional como área livre de epizootias. O Estado destaca-se internacionalmente pela qualidade e pelo status sanitário de suas cadeiras produtivas de carnes, condição única no Brasil que lhe permitiu conquistar os mercados japonês, norte-americano e russo para a carne catarinense.

Santa Catarina detém desde 2007 o privilegiado status de área livre de aftosa sem vacinação. Apenas SC conseguiu essa condição entre as 27 unidades da Federação brasileira. A parceria realizada entre o serviço público e as agroindústrias, incrementada nos últimos anos, sem dúvida, fez diferença para manter o status e melhorar as condições sanitárias diante das exigências de mercados internacionais.

No caso específico da defesa sanitária, não cabe apenas ao Estado a ação, mas é necessário a participação de todos os atores, entre eles produtores e agroindústrias. A parceria entre o produtor, indústria e governo foi essencial para esta conquista. Todos os elos dessa cadeia estão conscientes da importância da sanidade para o futuro da pecuária catarinense.

Festejamos neste mês a primeira exportação para os EUA. Os Estados Unidos são grandes exportadores de carne suína, mas a exportação, como é feita pelo Brasil, ocorre com determinados cortes, porém, grandes exportadores também importam. Qualquer volume que seja exportado contribui com a balança comercial. A repercussão é política e econômica. Os Estados Unidos, quando importam, exigem excelente status sanitário. A lógica, e isto reconhecida mundialmente, é que Santa Catarina passa a ser vista como em condições semelhantes aos EUA.

Contribuiu para esse resultado o sistema de produção integrada produtor/indústria na criação dos frangos e suínos, um diferencial catarinense que se esparramou por outras regiões do País. A relação de parceria exige a participação de empreendedores de cada lado, onde o produtor participa com as instalações, equipamentos e o manejo e, as agroindústrias, com os animais, ração, assistência técnica e medicamentos. O Sistema além de propiciar ao produtor renda e estabilidade econômica, ele tem acesso as mais novas tecnologias no mundo, assim como, a animais de alta qualidade genética e alimentação do mais alto padrão alimentar. Este sistema viabilizou a pequena propriedade no Estado.

Outro diferencial competitivo é o nosso sistema de rastreabilidade que possibilita acompanhar toda a vida do suíno, desde nascimento ate’o produto final. Por outro lado, é importante assinalar, que base produtiva catarinense evoluiu em sustentabilidade ambiental e cumpre a complexa legislação brasileira.

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