Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,51 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,90 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,44 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,33 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,92 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,10 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,47 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,53 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,57 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,03 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,08 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,62 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,33 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,87 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.504,29 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.357,21 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Agricultura busca alternativa para manutenção de estradas rurais

Secretário de Agricultura e Abastecimento de Londrina, acompanhou a comitiva paranaense que esteve na semana passada em Santa Catarina conhecendo o programa de recuperação e manutenção de estradas.

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O programa de pavimentação de estradas do governo catarinense, financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), pode servir de modelo para o Paraná. O secretário de Agricultura e Abastecimento de Londrina, Vitor dos Santos Júnior, acompanhou a comitiva paranaense que esteve na semana passada em Santa Catarina conhecendo o programa. A intenção da visita foi trocar experiência e conhecer novas soluções para recuperação e manutenção de estradas.

De acordo com o secretário, os municípios catarinenses estão optando entre três soluções: estabilizante iônico de solo, moledo, moledo com brita mais fina. O estabilizante químico é uma nova tecnologia que começa a ser aplicada no País. Em Londrina, a empresa LTP Construções fez um teste de aplicação do produto Con-Aid, importado da África do Sul, na Estrada Pieroli, no Distrito Espirito Santo, na zona sul.

O produto foi aplicado em 3,7 km, em abril e julho. O trabalho foi custeado pelos moradores e contou com parceria com a Prefeitura, que disponibilizou maquinário para aplicação em um trecho de 1.850 metros, os demais foram feitos pela empresa. O custo para desta nova tecnologia é mais alto do que o tradicional moledo, mas, segundo o engenheiro Michael Lundgren Rodrigues, da LTP Construções, a redução dos gastos com manutenção são o grande atrativo para a sua aplicação. “O custo é quase similar, mas os gastos com manutenção é muito menor”, explica Rodrigues.

Outras vantagens, de acordo com o engenheiro, são a redução do uso de materiais e a agilidade na aplicação. Para fazer uma base de 22,5 centímetros, seriam necessários 3.078 toneladas de cascalho e 257 viagens para transportá-lo, enquanto que usando o estabilizante químico, seriam usados 50kg do produto. Cada tambor de 50 litros do produto pode ser aplicado em uma área de 10 mil metros quadrados.

Para o secretário, o produto é uma alternativa viável, principalmente por reduzir a necessidade de manutenção, mas descartou a utilização nas estradas rurais de Londrina em médio prazo. “A secretaria não tem orçamento para este tipo de tecnologia. Mas vamos esperar para ver se o governo do Estado se posiciona sobre a busca recursos, como fez Santa Catarina”, afirmou Júnior.

O presidente do Sindicato Rural Patronal de Londrina, Narciso Pissinatti, considera inviável por causa do custo, mas vê como uma alternativa para o futuro. “Temos que ter mais exemplos e ver quanto tempo realmente dura o produto. Mas pode ser algo novo”, disse Pissinatti.

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