Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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FAO

América Latina deve capitalizar papel como potência agroalimentar, diz FAO

Graziano ressaltou que esse passo deve ser feito promovendo a inclusão e reduzindo a diferença entre os cidadãos. “Quem tem fome tem pressa”, defendeu o diretor-geral da FAO.

América Latina deve capitalizar papel como potência agroalimentar, diz FAO

O diretor-geral da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), José Graziano da Silva, disse nesta terça-feira, no México, que a América Latina e o Caribe devem capitalizar se papel como potências agroalimentícias, democratizando a produtividade.

Durante a XXXIV Conferência da FAO para a América Latina e o Caribe, que está sendo realizada na Cidade do México, Graziano ressaltou que esse passo deve ser feito promovendo a inclusão e reduzindo a diferença entre os cidadãos.

“Quem tem fome tem pressa, mas não é fácil obter resultados rápidos combatendo uma doença que é combatida durante séculos”, defendeu o diretor-geral da FAO, lembrando que há ainda 34 milhões de pessoas sofrendo com a fome na região.

“Os governos precisam fortalecer seus programas de inclusão social para evitar que um menor crescimento econômico afete à solução do problema. O caminho do desenvolvimento sustentável é também o caminho para um mundo mais justo, seguro, pacífico, onde ninguém fique para trás e onde não reine a incerteza por desafios como a mudança climática”, afirmou Graziano.

Já o presidente do México, Enrique Peña Nieto, projetou que serão 9,7 bilhões de habitantes em todo mundo em 2050, 2,3 bilhões a mais do que atualmente. Por isso, para garantir a disponibilidade e o acesso à alimentação, será preciso produzir 66% mais.

“A produtividade é a palavra chave para garantir uma maior quantidade de alimentos, por isso é necessário ações que foquem em uma verdadeira transformação do campo, centrada nos pequenos produtores e na economia familiar, com a qual facilite a inserção deles nos mercados locais”, disse Peña Nieto.

O setor público pode promover medidas para conseguir esse objetivo, como a doação de pacotes tecnológicos para aumentar a produtividade ou acompanhamento técnico dos agricultores, desde a semeadura até a comercialização, acrescentou o presidente mexicano.

Peña Nieto afirmou que a América Latina e o Caribe conseguiram reduzir pela metade o número de pessoas com fome, já que o número de afetados pelo problema passou de 15,3% no início da década de 90 para 6,1% entre os anos 2012 e 2014.

Por outro lado, a obesidade crescente no continente, especialmente de crianças e mulheres, na avaliação de Graziano, destaca a necessidade de mudar os hábitos de produção e de consumo alimentício, além da elaboração de políticas públicas que promovam uma boa nutrição.

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