Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,20 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,33 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,07 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,61 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 144,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,02 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.512,00 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.380,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 162,17 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 136,40 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
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Decreto de Temer vai na contramão da agricultura, afirma ministra da Agricultura

Afirmação foi durante evento em Cascavel, sobre o decreto que reduzirá em cinco anos os descontos sobre a tarifa básica de energia nas propriedades rurais

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Decreto de Temer vai na contramão da agricultura, afirma ministra da Agricultura

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou, nesta sexta-feira (08/02), durante visita ao Show Rural Coopavel, em Cascavel (PR), que o Decreto 9.642/2018, assinado pelo então presidente Michel Temer, no dia 28 de dezembro de 2018, que reduzirá em cinco anos os descontos sobre a tarifa básica de energia nas propriedades rurais, “vai na contramão de tudo aquilo que nós desejamos no Ministério da Agricultura, ou seja, incentivar a irrigação, avicultura, suinocultura, enfim, a produção rural neste país, que tem dado provas de que é quem carrega nossa economia”. A ministra afirmou que já recebeu na quinta-feira (07/02),um estudo de técnicos do Ministério para que se possam fazer sugestões para modificar esta decisão errada no final do governo Temer.

A ministra disse que o cooperativismo tem muito o que contribuir para o desenvolvimento do Paraná e do Brasil. “Precisamos diminuir as diferenças regionais e isso só será possível através do cooperativismo que oferta diversos serviços importantes aos produtores, como assistência técnica, pesquisa, armazenagem, e dá escala para que o pequeno não fique desguarnecido. O cooperativismo é um exemplo de organização de cadeias produtivas. O cooperativismo é nossa mais importante referência. Precisamos pegar os bons exemplos como o que acontece entre a Coopavel a Carpil, cooperativa de Alagoas, e levar para outras regiões do país. Por isso, estou fazendo um chamamento a todas as entidades, como a OCB, a Ocepar aqui no Paraná, para nos ajudar num projeto de governo neste sentido”, frisou.

Outra pergunta que a ministra respondeu foi com relação às demarcações de terras indígenas. Ela afirmou que ainda está tomando ciência de todas já realizadas e em andamento, que antes era de responsabilidade da Funai e agora passou para a responsabilidade do Incra. “O que vamos fazer? Vamos olhar o processo de demarcações, analisar os laudos e fazer visitas a esses locais. Sabemos que existem conflitos aqui no Paraná e também no meu estado, Mato Grosso, mas peço paciência porque o Ministério vai trabalhar para dar uma solução a este grave problema. A grande novidade é que teremos um conselho interministerial para decidir sobre as demarcações, justiça, agricultura, meio ambiente, direitos humanos e da defesa. Serão cinco ministérios que irão decidir sobre o tema”.

Em relação ao seguro rural, Tereza Cristina afirmou: “Estamos discutindo isso junto com o Ministério da Economia para massificar o seguro rural para que ele atenda a um maior número de agricultores no Brasil todo. Hoje, ele ainda é caro e precisamos melhorar o acesso a ele. Sabemos que os recursos ainda não são suficientes. No ano passado foram disponibilizados um pouco mais de R$ 300 milhões e, neste ano, passaremos para R$ 440 milhões, o que, na minha opinião, ainda é pouco. Seriam necessários muito mais recursos para atender mais agricultores brasileiros.”

 

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