Elevação de preço decorre das demandas nacional e externa mais aquecidas pelo insumo
Preços do milho sobem por cinco semanas seguidas

Os preços do milho acumulam cinco semanas consecutivas de altas, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), da Esalq/USP. A elevação de preço decorre das demandas nacional e externa mais aquecidas pelo insumo, afirmam os analistas.
Segundo colaboradores do Cepea, compradores domésticos estão com estoques baixos. Assim, consumidores, cerealistas e cooperativas têm elevado o valor pago, na tentativa de incentivar produtores a negociar o cereal. No entanto, esses agentes se deparam com a forte restrição de vendedores, que estão atentos ao clima desfavorável, ao forte ritmo das exportações e às altas nos preços internacionais do milho.
Nesse cenário, as negociações internas seguem lentas. Entre 11 e 18 de outubro, especificamente, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa (Campinas – SP) subiu 6,5%, fechando a R$ 43,04/saca de 60 kg na sexta-feira, 18. Já ao mercado externo, as negociações estão mais intensas, inclusive devido às recentes valorizações internacionais. Os analistas apontam que, apesar disso, as cotações domésticas ainda estão mais atrativas.
Leia também no Agrimídia:
- •Influenza aviária: China suspende importações de aves do Chile e reforça controles sanitários
- •Plataforma digital impulsiona capacitação na suinocultura canadense e amplia eficiência produtiva
- •Porto de Paranaguá amplia exportações de frango em 15% no 1º trimestre de 2026
- •Exportações em alta e preços em queda pressionam a suinocultura brasileira em 2026





















