Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Commodities

Nova alta da soja em Chicago é reflexo de exportações dos EUA

Trigo e milho também subiram nesta sexta

Nova alta da soja em Chicago é reflexo de exportações dos EUA

A soja subiu pelo terceiro pregão seguido na bolsa de Chicago nesta sexta-feira, mais uma vez como reflexo de novas exportações dos Estados Unidos. O contrato para novembro, que é hoje o mais negociado, subiu 0,21% (8,25 centavos de dólar), a US$ 13,3675 o bushel.

Assim como ocorreu na véspera, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) reportou vendas de soja para a China, o que deu impulso às cotações da oleaginosa, disse Doug Bergman, analista da RCM Alternatives. Os embarques a destinos não revelados — que o mercado pressupõe ser a China — somaram 300 mil toneladas nesta quinta e 131 mil toneladas hoje.

“Mais compras devem ser anunciadas nos próximos dias porque elas estão aquém dos compromissos típicos para esta época do ano”, completou Bergman à Dow Jones Newswires. A informação de que empresários americanos pediram ao governo Joe Biden que retome o diálogo sobre comércio com a China ofereceu suporte adicional aos preços.

Sob esse quadro, também o trigo fechou em alta, após uma sequência de três sessões em baixa. O contrato para setembro, o mais negociado, subiu 0,88% (6,25 centavos de dólar), a US$ 7,190 o bushel. No vencimento seguinte, dezembro, o avanço foi de 1,03% (7,50 centavos de dólar), a US$ 7,3325 o bushel.

Depois de o cereal passar a semana em correção técnica, seus fundamentos voltaram a prevalecer. A avaliação é de que a safra mundial 2021/22 não terá um quadro de oferta e demanda tão confortável quanto o projetado em julho pelo USDA.

Esse movimento teve influência sobre as negociações em outras bolsas. Segundo o Commerzbank, o trigo negociado na bolsa de Paris, importante mercado para a commodity na Europa, chegou a seu maior valor desde abril de 2013, no patamar de 240 euros por tonelada. “O fornecimento de trigo está se tornando cada vez mais restrito — não apenas na Rússia, nos Estados Unidos e no Canadá, que dominaram as notícias ultimamente, mas também na União Europeia”, disse o banco alemão, em relatório.

O dia também foi de valorização do milho. O vencimento para dezembro, atualmente o de maior liquidez, subiu 0,63% (3,50 centavos de dólar), a US$ 5,560 o bushel.

Para Michael Sabo, analista da RJO Futures, o mercado está em fase de consolidação de preços, diante de uma perspectiva de piora na produtividade do cereal nos EUA. O USDA publicará seu relatório sobre o indicador no próximo dia 12.

“O mercado busca uma direção clara. Quanto mais tempo dura a consolidação, maior a expectativa. Acho que a mudança ‘real’ virá a partir de 12 de agosto. Fique atento para o USDA”, disse ele, em relatório.

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