Em São Paulo e nas regiões do Sul, as elevações foram mais intensas, tendo em vista a maior presença das grandes agroindústrias, que favorece a procura por animais
Em meio à liquidez elevada, preços do suíno vivo e da carne sobem

Após iniciar setembro enfraquecido, o mercado de suínos reagiu nesta semana, com aquecimentos nas demandas interna e externa pela carne.
Diante disso, agentes de frigoríficos aumentaram as aquisições de novos lotes de animais para abate. Como resultado, os preços internos do animal vivo e da carne passaram a subir. No caso do suíno vivo comercializado no mercado independente, as valorizações foram verificadas em praticamente todas as praças acompanhadas pelo Cepea.
Em São Paulo e nas regiões do Sul, as elevações foram mais intensas, tendo em vista a maior presença das grandes agroindústrias, que favorece a procura por animais.
Leia também no Agrimídia:
- •Plataforma digital impulsiona capacitação na suinocultura canadense e amplia eficiência produtiva
- •Exportações em alta e preços em queda pressionam a suinocultura brasileira em 2026
- •Preços do suíno vivo e da carne acumulam terceira semana de queda no Brasil
- •Defensivos agrícolas devem crescer 8% na safra 2025/26, com avanço de soja e milho
Para a carcaça, as cotações também subiram. Já no mercado de cortes, os repasses foram menores, já que o fragilizado poder de compra da população e a competitividade frente às carnes substitutas limitaram os reajustes positivos.





















