O milho para dezembro fechou em queda de 7 centavos de dólar na bolsa de Chicago
Milho recua de pico de 4 semanas com avanço na colheita dos EUA e dólar forte

Os contratos futuros do milho negociados nos Estados Unidos caíram mais de 1% nesta terça-feira devido a preocupações macroeconômicas com a valorização do dólar e a queda dos futuros do petróleo, além de vendas relacionadas à colheita no cinturão agrícola do Meio-Oeste norte-americano, disseram analistas.
A soja e o trigo seguiram a tendência fraca.
O milho para dezembro fechou em queda de 7 centavos de dólar na bolsa de Chicago, em 5,3250 dólares por bushel, caindo depois de um pico de 5,4175, a máxima desde 31 de agosto.
Leia também no Agrimídia:
- •Porto de Paranaguá amplia exportações de frango em 15% no 1º trimestre de 2026
- •Exportações em alta e preços em queda pressionam a suinocultura brasileira em 2026
- •Preços do suíno vivo e da carne acumulam terceira semana de queda no Brasil
- •Defensivos agrícolas devem crescer 8% na safra 2025/26, com avanço de soja e milho
A soja para novembro perdeu 10,50 centavos de dólar em 12,77 dólares o bushel e o trigo para dezembro recuou 15,75 centavos de dólar, para fechar em 7,0650 dólares o bushel.
“Temos um clima sem risco. Você vê isso nas energias e está se espalhando para os grãos. O dólar está substancialmente mais forte… Isso tem pressão sobre as commodities como um todo”, disse Ted Seifried, estrategista-chefe de mercado agrícola do Grupo Zaner Ag Hedge.
O índice do dólar americano atingiu sua máxima desde o início de novembro, com uma alta nos rendimentos do Tesouro dos EUA, tornando a moeda mais atraente para os investidores.
Um dólar mais firme também tende a tornar os grãos americanos menos atrativos para aqueles que possuem outras moedas.
Os contratos futuros de petróleo dos EUA recuaram depois de atingir suas máximas desde julho.





















