Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 157,65 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx
Sustentabilidade

Empresa indiana desenvolve tecnologia que calcula sequestro de carbono no campo

Em piloto nos EUA, ferramenta reduziu em até 80% o custo de certificação de créditos de retenção de CO2 na agropecuária

Empresa indiana desenvolve tecnologia que calcula sequestro de carbono no campo

A multinacional indiana Tata Consultancy Services (TCS), de serviços de TI, desenvolveu uma solução que combina sensoriamento remoto e Internet das Coisas (IoT) para quantificar o sequestro de carbono na atividade agropecuária. Em projeto-piloto nos Estados Unidos, a tecnologia reduziu o custo de certificação desses créditos em até 80%.

O mercado de carbono está dando seus primeiros passos no Brasil. A empresa calcula que o país poderá gerar quase US$ 9 bilhões em créditos quando o mercado de carbono for regulamentado. Após a definição dos protocolos (as fórmulas para cálculo de sequestro de CO2 equivalente), a tecnologia da TCS servirá para medir os volumes de carbono que o solo e a biomassa das plantas retêm e também para verificar se as fazendas estão adotando boas práticas de manejo.

O diretor de tecnologia da TCS, Keiichi Harasaki, afirma que não existirá um protocolo único para calcular o sequestro de CO2 equivalente, mas vários, personalizados a cada cultura e região. No entanto, a recomendação de técnicas de manejo que ajudam a fixar o carbono no solo e na biomassa das plantas tende a ser unânime. Entre elas, destacam-se o plantio direto, a rotação de culturas e o uso de plantas de cobertura.

“Se o produtor diz que não consegue fazer plantio direto, basta começar praticando a rotação de culturas. O solo vai, naturalmente, ficar menos ressecado e apto ao plantio direto. É um processo gradual ao qual ele precisa aderir”, afirma o executivo.

As áreas cultivadas com soja e milho – que, nos cálculos da TCS, chegarão a 58 milhões de hectares -, têm grande potencial de gerar receita ao Brasil: somadas, elas podem render US$ 1,76 bilhão por ano ao país. Ao todo, caso os produtores convertam 474 milhões de hectares em sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF), os ganhos anuais podem chegar a US$ 8,78 bilhões.

Popularização

De acordo com Harasaki, para popularizar a plataforma entre pequenos produtores, a aposta da múlti são as cooperativas e entidades de classe que reúnem grandes áreas. A adesão dessas organizações ajudaria a reduzir ao máximo o custo por hectare.

“O mercado não se popularizou antes porque o custo para fazer a certificação é muito alto, cerca de US$ 10 por hectare. Nós conseguimos baixar para até US$ 2 dólares por hectare”, diz. “Tem também uma questão de facilidade para divulgar. Precisamos de uma mudança cultural para o produtor aderir ao protocolo”.

A DFI conta com informações coletadas em campo, mas a maior parte do trabalho é feito via satélite. Por meio de imagens multiespectrais, a tecnologia registra o vigor vegetativo e calcula a capacidade de sequestro de carbono biomassa, além de identificar os nutrientes e a umidade no solo.

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