Professor de economia da Universidade Federal de São Paulo diz que Brasil deve ampliar vendas do produto para Rússia e Índia
Demanda de carne suína do Brasil recua devido a recessão na China

As exportações de carne suína do Brasil para china atingiram uma marca história em setembro. Foram mais de 112 mil toneladas embarcadas, o que representa 30% a mais que o mesmo período do ano passado. No entanto, nos últimos dois meses, o ritmo diminuiu.
Em novembro, por exemplo, o volume embarcado foi quase 8% menor em comparação a novembro de 2020 e a receita também caiu cerca de 15%. “Isso é um problema sério, pois a demanda chinesa está caindo, diante da recessão da economia no país asiático.
No entanto, o Brasil tem oportunidades no exterior de diversificar suas vendas, especialmente para países como Rússia e Índia, que são destinos interessantes”, avalia o professor de economia da Universidade Federal de São Paulo (USP), Celso Grisi.
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O professor comenta que o Brasil deve pensar em novos mercados para não ficar tão dependente da China e ver se repetir o que aconteceu com o mercado da carne bovina, que está há três meses com as exportações suspensas.





















