Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,77 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,82 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,55 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,27 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,88 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,08 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,54 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,59 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,01 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 158,78 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 146,79 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,76 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.489,65 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.358,79 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 166,55 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 137,33 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 151,17 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,05 / cx
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Varejo

Mercados desativam freezers, apagam luzes e aderem ao LED para tentar diminuir custos com energia elétrica

Maioria das 100 empresas do varejo de alimentos consultadas pelo Sincovaga teme o racionamento, a perda de estoque, clientes e faturamento

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Mercados desativam freezers, apagam luzes e aderem ao LED para tentar diminuir custos com energia elétrica

Com um aumento médio de 13% nas contas nos últimos meses, o peso da energia elétrica nos custos operacionais de algumas das empresas do varejo de alimentos já supera os 20%, segundo sondagem realizada pelo Sincovaga (Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de São Paulo) com 100 empresas de todas as regiões da capital, na semana de 12 a 19 de outubro de 2021.

O levantamento do Sincovaga mostrou que do total de empresas entrevistadas de todos os portes (de mercearias e mercadinhos a supermercados), 25% afirmaram que o peso da energia elétrica nos custos operacionais é de mais de 20%; 10% estimam em 16% a 20% e 18% calculam que a energia significa de 11% a 15% dos custos da operação.

Desde agosto de 2021, para 30% das empresas o valor da conta de energia elétrica chegou a aumentar mais de 20%. Para 17% dos estabelecimentos, a conta aumentou de 16% a 20%, e outros 17% afirmaram que a fatura mensal aumentou entre 11% e 15%. Outros 36% dos empresários relataram que a conta aumentou até 10% desde então. Essa distribuição permite concluir que a conta de energia elétrica subiu em média pelo menos 13% para as empresas do varejo de alimentos da amostra.

Entre as medidas que os empresários do setor têm tomado para tentar economizar energia elétrica estão: diminuir o número de luzes acesas (44%); trocar lâmpadas antigas por modelos mais eficientes, como LED (30%); desativar alguns freezers (22%); investir em meios de gerar a própria energia, como a instalação de painéis fotovoltaicos (13%); desligar o ar-condicionado em algum período do dia (11%); trocar equipamentos de refrigeração por modelos mais eficientes (7%).

Perguntados sobre as expectativas em relação a um possível racionamento de energia elétrica, 88% dos entrevistados acreditam que terão prejuízo caso aconteça, com reflexos na perda de estoque (78%), na perda de faturamento (51%), na perda de clientes (22%), e no aumento de custos com gerador (19% das respostas).

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