Motivo da queda foi a combinação de vendas lentas e oferta elevada de animais para abate
O preço do suíno vivo registra queda intensa neste mês

O preço do suíno vivo tem registrado queda intensa neste mês, causada pela combinação de vendas lentas e oferta elevada de animais para abate.
A desvalorização expressiva se aliou à forte alta dos preços dos principais insumos consumidos na atividade, milho e farelo de soja, reduzindo drasticamente o poder de compra de suinocultores – a relação de troca por milho, especificamente, é a pior da história.
Considerando-se o suíno comercializado na região SP-5 (Bragança Paulista, Campinas, Piracicaba, São Paulo e Sorocaba) e o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do milho em Campinas (SP), é possível ao suinocultor paulista a compra de 3,65 quilos do cereal com a venda de um quilo de suíno na média parcial de janeiro (até o dia 18), baixa de 22,3% frente a dezembro e a menor quantidade para a região na série mensal histórica do Cepea.
Leia também no Agrimídia:
- •Brasil diversifica destinos de proteína enquanto Europa enfrenta novo foco de PSA
- •Minerva Foods registra alta de 13% nas exportações e fatura US$ 5,1 bilhões
- •Crédito Rural para soma R$ 28,2 bi no 1º mês da safra 2026/2027
- •Hungria confirma segundo foco de PSA do ano em granja comercial com 1,8 mil animais
Em Chapecó (SC), é possível ao produtor a compra de 3,24 quilos de milho, recuo de 22,7%, no mesmo comparativo, e também o menor patamar já observado na região.





















