Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,98 / kg
Soja - Indicador PRR$ 121,52 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,66 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,19 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,93 / kg
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Suíno - Estadual PRR$ 6,65 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,51 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,74 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 166,50 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,15 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 184,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 195,54 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 159,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 177,57 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,07 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,11 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.185,88 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.095,20 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 185,49 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 150,92 / cx
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Conteúdo Técnico

Como otimizar a eficiência alimentar dos suínos na reprodução

Reforçar a gestão do manejo alimentar das fêmeas suínas na fase de reprodução tem se mostrado um recurso estratégico

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Como otimizar a eficiência alimentar dos suínos na reprodução

A forte pressão dos custos de produção na suinocultura, gerado pelas altas nos preços do milho e da soja, tem obrigado o produtor a intensificar seus esforços para ampliar a eficiência em todas as frentes de seu sistema produtivo. Reforçar a gestão do manejo alimentar das fêmeas suínas na fase de reprodução tem se mostrado um recurso estratégico, pois permite não apenas reduzir desperdícios no fornecimento de ração, mas, principalmente, melhorar a conversão alimentar do rebanho reprodutivo, maximizando a produtividade e os resultados econômicos da unidade de produção. Confira, a seguir, recomendações técnicas para otimizar a eficiência alimentar das fêmeas suínas na fase de reprodução.

Redobre os cuidados com o manejo alimentar

O primeiro ponto é assegurar um bom manejo alimentar às fêmeas suínas. O sistema de arraçoamento deve estar disposto e ajustado para garantir que os animais tenham acesso adequado à água e a ração. Para isso, é necessário realizar a regulagem e a manutenção preventiva dos equipamentos. É importante também que os colaboradores estejam treinados para evitar falta de alimento e/ ou interrupções no seu fornecimento. A regra para o ajuste dos drops e bebedouros deve ser “todo dia, toda baia, todo equipamento”. Um sistema de alimentação bem regulado e em perfeito funcionamento não apenas evita desperdício, como potencializa o aproveitamento da ração pelos animais, maximizando o desempenho reprodutivo das fêmeas suínas.

Explore o potencial genético das fêmeas

Os avanços do melhoramento genético têm dado origem a fêmeas cada vez mais precoces, com alta eficiência alimentar e velocidade de crescimento, que promovem a redução nos custos de produção da granja, através de um menor consumo de ração por ano. Um dos atributos dos genótipos modernos a ser explorado é a precocidade reprodutiva. Hoje as leitoas podem ser inseminadas com 200 dias de idade e não mais com 230 dias, prática usual nas granjas. A adoção desse manejo beneficia todo o resultado econômico da unidade de produção. A economia obtida com o consumo de ração nesses 30 dias é expressiva. Senão, vejamos: ao considerarmos R$ 2,00 como custo médio atual do kg da ração e uma produção média de 60 leitões por vida útil da fêmea suína, a leitoa inseminada aos 230 dias teria um custo adicional de ração de R$ 180,00* – ou R$ 3,00 a mais por leitão produzido – quando comparado ao custo de leitoas inseminadas aos 200 dias de idade. 

Leia a matéria completa na edição 305 da revista Suinocultura Industrial

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